5 mentiras que contaram sobre o cancelamento da pensão por morte

Descubra a verdade por trás das crenças equivocadas sobre o cancelamento da pensão por morte.

Sublinhado rabiscado 2

1- Se casar novamente: casamento não cancela automaticamente a pensão por morte, pois sob certas condições específicas, o cônjuge viúvo pode se casar novamente e manter o benefício.

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2- Trabalhar com carteira assinada: é perfeitamente possível que um beneficiário da Pensão por Morte tenha um emprego formal com carteira assinada.

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3- Solicitar aposentadoria: muitos acreditam erroneamente que solicitar a aposentadoria resultará automaticamente no término da pensão por morte.

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No entanto, sob determinadas condições, é possível acumular benefícios previdenciários, incluindo a aposentadoria e a pensão por morte.

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4- Dura até os 24 anos caso esteja estudando: a pensão por morte para filhos geralmente termina aos 21 anos, independente da matrícula em uma instituição de ensino superior.

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Em circunstâncias excepcionais, como para filhos com deficiência ou invalidez, a pensão por morte pode ser estendida para vitalícia, sob critérios específicos.

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5- Benefício vitalício para cônjuges: se o casamento durou menos de dois anos ou a contribuição para o INSS foi inferior a 18 meses, o benefício pode durar apenas 4 meses.

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Além disso, a duração da pensão por morte pode variar conforme a idade do dependente no momento do falecimento do cônjuge, conforme apresentado na tabela a seguir:

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Menos de 22 anos: 3 anos; Entre 22 e 27 anos: 6 anos; Entre 28 e 30 anos: 10 anos; Entre 31 e 41 anos: 15 anos; Entre 42 e 44 anos: 20 anos; A partir de 45 anos: Vitalício;

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