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Alimentos devem ficar mais caros devido à crise dos fertilizantes

por Lucas Machado
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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Diante de uma crise energética na China, que impacta não só o Brasil, mas, todo globo, no âmbito da cadeia de suprimentos, produtores vem tendo uma relevante dificuldade para adquirir fertilizantes para utilizar em suas plantações. 

Apesar de pouco comentada, a referida crise, que por sua vez, leva a escassez de fertilizantes poderá ser sentida pelos consumidores em 2022. Isto porque, a falta do químico, pode encarecer ainda mais o preço de alimentos nos mercados e atacados brasileiros. 

É preciso entender que o uso de fertilizante é bem comum em produções agrícolas, sem o químico, naturalmente, diminuirá o volume de plantações e consequentemente de colheitas. Desta maneira, a demanda permanecerá a mesma e a oferta diminuirá, assim aumentando o preço das plantações, e refletindo no valor dos alimentos. 

Conforme informações apuradas do governo, seria lançado um programa emergencial de fertilizantes ainda neste mês de outubro, todavia, ainda há detalhes a respeito do assunto. 

Sobre esta questão, o presidente Jair Bolsonaro já havia se manifestado em sua live no palácio do planalto, no começo deste mês. “Eu vou avisar um ano antes: por questão de crise energética, a China começa a produzir menos fertilizantes. Já aumentou de preço, vai aumentar mais e vai faltar. A cada cinco pratos de comida no mundo, um sai do Brasil. Vamos ter problemas de abastecimento ano que vem“ afirmou o presidente da república. 

Como deve faltar fertilizante por falta de oferta no mercado, ele vai plantar menos, se plantar menos, vai colher menos. Menos oferta e a procura igual tem aumento de preços”, ponderou Bolsonaro

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