Auxílio Emergencial - Foto: Marcello Casal/Agência Brasil / Editado por Jornal Contábil
O auxílio emergencial tem previsão de terminar neste mês, com isso cerca de 20 milhões de cidadãos ficarão desprotegidos, sem benefício social do governo. De acordo com as estimativas, 57% das pessoas que receberam o auxílio emergencial, não se enquadram nos requisitos do Auxílio Brasil.
Entenda mais sobre o tema, no decorrer do artigo.
O Auxílio Brasil é um programa de transferência de renda que abrange várias políticas públicas de assistência social, saúde, educação e emprego. O benefício deve substituir o Bolsa Família e a finalidade é atender as famílias que estão em situação de fragilidade social.
Para garantir o benefício o solicitante precisa se encaixar em alguns critérios, são eles:
Vale destacar, que a única forma de ter acesso ao benefício Auxílio Brasil é através da inscrição no CadÚnico, por esse motivo é essencial que as famílias que ainda não são cadastradas, realizem a sua inscrição para garantir esse direito.
Um membro do grupo familiar será responsável pelo cadastro da família. A pessoa deve ter no mínimo 16 anos de idade e residir no mesmo local que os demais membros.
É bom lembrar, que é preferível que o responsável pelo cadastro da família seja mulher.
Veja abaixo quais são os documentos necessários para a inscrição no CadÚnico.
O responsável pela família terá que apresentar pelo menos um dos seguintes documentos de cada integrante da família, são eles:
O programa contemplará somente os beneficiários do Bolsa Família. Os MEIs (Microempreendedores Individuais), profissionais que trabalham informalmente e desempregados não receberão o benefício.
O Auxílio Brasil visa atender cerca de 17 milhões de famílias. No período de transição do Bolsa Família para o Auxílio Brasil, será pago aos beneficiários a quantia de R$400,00. Em janeiro de 2022, será acrescentado 20% sobre a quantia paga em 2019, antes de existir o auxílio emergencial
De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, os trabalhadores informais já voltaram às suas atividades. Durante os acordos, Guedes disse que poderia deixar o ministério, pois não concordava com uma proposta que não seguisse a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Segundo o ministro da Cidadania, João Roma, o Governo Federal procurou todas as chances para que a proteção aos desfavorecidos “andasse junto” com a responsabilidade fiscal.
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