Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Em recente declaração à CNN, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros defendeu que o cidadão beneficiários do Auxílio Emergencial, seja incluído no novo formato do Bolsa Família que está para ser liberado nos próximos dias e pagará um ticket médio superior aos R$ 200.
Porém, para que o governo possa se decidir sobre qualquer pagamento, será necessário que o Congresso Nacional aprove o Orçamento deste ano, que está previsto para ser votada apenas no mês de março, onde a ampliação do Bolsa Família deve ser incluída.
Segundo Ricardo Barros a liberação das novas parcelas do auxílio emergencial exige um recadastramento de beneficiários. Logo, menos cidadãos vão ter direito as novas parcelas. “Um cadastro mesmo, que as pessoas vão às prefeituras e sejam certificadas, recebam visita familiar para comprovar que precisam. Tem que ter desempenho escolar, fazer cursos profissionalizantes”, afirmou Barros à coluna da CNN.
Porém a estratégia informada por Barros de incluir os beneficiários do Auxílio Emergencial nos pagamentos do Bolsa Família não é consenso por parte do governo. De acordo com membros da equipe econômica, informaram a inviabilidade dessa medida, tendo em visto que o Bolsa Família foi desenvolvido em caráter estrutural de redução da pobreza. Já o auxílio emergencial surgiu em caráter em apoio durante o período de pandemia e que o mesmo possui data para acabar.
Logo, segundo fontes o ministro da Economia, Paulo Guedes, solicitou as lideranças do Congresso que um valor de R$ 20 bilhões possam ser reservados para a liberação dos novos pagamentos do auxílio emergencial.
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