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Compliance para pequenas empresas, como começar?

Evite remediar e dê preferência ao prevenir, desenvolva o Compliance em sua empresa adotando práticas que auxiliem na prevenção de riscos empresariais, por meio de mapeamento de riscos, manutenção da conformidade legal e técnica, com aplicação de políticas preventivas, como a elaboração de códigos de conduta internos ou externos.

Por tratar também de comportamentos profissionais, a adoção das práticas de conformidade se atrela a governança corporativa, com a intenção de proteger a empresa de situações prejudiciais à sua imagem ou/e fluxo de caixa.

Compliance e a governança são essenciais para empresas maiores, com vários sócios e interesses distintos, visto que mantém uma maior distinção entre o(s) detentor(es) do capital investido e quem administra o empreendimento, mas isso não deve servir como desculpa para empresas menores e familiares não adotarem essas práticas para o melhor e mais seguro desempenho de suas atividades.

As ações principais a serem adotadas devem ser pautadas nos “Pilares do Programa de Compliance” que são: identificação, prevenção, monitoramento e detecção, resolução de problemas e orientação das áreas do negócio sobre as normas de controle, devendo levar em conta:

 a natureza e diversidade da operação da empresa
 a complexidade de seus negócios
 a escala, volume e valor de seus negócios

Para com este conhecimento geral de seu negócio, possam ser elaborados os itens básicos:

 Criação do manual de conduta e ética;
 Ter seus processos internos bem definidos e explanados aos interessados;
 Fortalecimento da comunicação interna e externa da organização, com criação de um SAC ou canal de denúncias;
 Monitoria continua e correções.

Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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