No Brasil,a morte de mulheres por infarto aumentou aproximadamente 62% de 1990 para 2019. Entre as brasileiras com idades entre 50 a 69 anos, o índice subiu quase três vezes, com alta de cerca de 176%, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
Os sintomas de infarto em mulheres se apresentam de forma diferente dos sintomas enfrentados pelos homens.
O infarto, ou ataque cardíaco, é uma condição grave em que ocorre a interrupção do fluxo de sangue para o coração, levando à morte de células do músculo cardíaco e podendo causar danos permanentes ao coração. Saber reconhecer os sintomas é muito importante para que o atendimento médico seja procurado o quanto antes, pois o tratamento de emergência é essencial para minimizar os danos e prevenir complicações graves.
O fator de risco pode ser uma condição, uma característica ou um hábito pessoal que aumenta a chance de desenvolver uma determinada doença ou condição de saúde. Esses fatores podem ser genéticos ou comportamentais e são importantes para a prevenção, diagnóstico e tratamento de muitas doenças.
Os fatores de risco que podem aumentar as chances de infarto em mulheres incluem:
É possível reverter muitos desses fatores de risco por meio de transformações no estilo de vida, como parar de fumar, fazer exercícios físicos regularmente, manter uma dieta saudável, controlar a pressão arterial e gerenciar o estresse.
Estar atenta aos sintomas do infarto é fundamental porque o tempo é um fator decisivo no tratamento dessa condição. Quanto mais cedo uma pessoa receber atendimento médico, as chances de sobrevivência são maiores, ao passo que a probabilidade de danos permanentes ao coração diminui.
A fadiga incomum pode ser descrita como um cansaço ou exaustão que não desaparece mesmo após o repouso ou o sono adequado. Ela pode ocorrer por semanas ou meses antes do infarto, mas também pode ser um sintoma que acontece durante o próprio evento. É muito comum em mulheres com diabetes.
As palpitações são descritas como uma sensação de batimento cardíaco rápido, forte ou irregular, que pode ser sentida no peito, na garganta ou no pescoço. Elas podem ocorrer como resultado de um aumento da atividade elétrica do coração durante um infarto.
Esse sintoma pode ser descrito como uma sensação de queimação, formigamento ou dormência na pele que pode ser sentida em qualquer parte do corpo. A sensação de pele ardendo pode ocorrer como resultado de um aumento da atividade elétrica do coração que acontece durante um infarto.
A falta de ar pode ser um sintoma presente especialmente em mulheres idosas, parecido com uma sensação de aperto no peito, dificuldade para respirar ou sensação de sufocamento. Durante um infarto, este sintoma acontece porque o coração não está recebendo oxigênio suficiente devido à obstrução das artérias coronárias. Isso faz com que os pulmões trabalhem mais para tentar suprir o corpo com oxigênio, o que pode levar à falta de ar.
Devido a redução ou a interrupção do fluxo sanguíneo para o coração, uma sensação de náusea e enjoo pode ser sentida pela pessoa durante um ataque cardíaco.
O desconforto na garganta pode ser descrito como uma sensação de aperto, queimação, formigamento ou pressão na região garganta. Este sintoma ocorre porque os nervos do coração e da garganta são interligados, e a falta de oxigênio no coração pode causar uma sensação de desconforto na garganta.
As dores no corpo podem ser descritas como uma sensação de desconforto, dor ou rigidez nos músculos, articulações ou em todo o corpo. Isso pode ocorrer durante um infarto devido à liberação de substâncias inflamatórias no corpo em resposta à falta de oxigênio no coração, e que causam dores musculares e nas articulações.
Fonte da pauta: Cartão de TODOS
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