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Crime Organizado compra usinas de etanol para expandir a distribuição de combustíveis em seus postos

por Ricardo
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O crime organizado, liderado por facções como PCC, Comando Vermelho e Comando do Norte, expandiu seus negócios para o setor de combustíveis, controlando postos de gasolina e até mesmo usinas de etanol.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, alertou sobre a gravidade da situação, revelando que o PCC controla cerca de 1.500 postos de combustíveis no país, manipulando toda a cadeia produtiva.

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Essa infiltração criminosa causa um prejuízo anual de até R$ 33 bilhões aos cofres públicos, devido à sonegação de impostos, fraudes e adulterações nas vendas.

O interesse do PCC no setor de combustíveis

O principal interesse do PCC no setor de combustíveis é a lavagem de dinheiro. Ao controlar postos e usinas, a facção consegue inserir dinheiro ilícito na economia formal, dificultando o rastreamento e a apreensão de seus recursos.

Além disso, o controle da cadeia produtiva permite que o PCC manipule preços, extorque produtores e distribuidores, e obtenha vantagens competitivas ilegais.

O setor de combustíveis também oferece uma ampla rede de distribuição e logística, que pode ser utilizada para o transporte de drogas, armas e outros produtos ilícitos.

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Desafios no combate ao crime organizado

O Ministério da Justiça e a ANP estão trabalhando para combater o crime organizado no setor de combustíveis, mas enfrentam dificuldades devido à base operacional do PCC na Bolívia, que dificulta a obtenção de informações cruciais para desmantelar as operações criminosas no Brasil.

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