Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Para regularizar os débitos que estão em abertos com o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), os estudantes podem pedir uma renegociação até o dia 31.
Mas a medida vale para os contratos que tenham sido firmados até o segundo semestre de 2017 e não pagos até 10 de julho de 2020, além daqueles que não sejam objeto de ação judicial.
A possibilidade de regularização está prevista pela Lei nº 14.024 aprovada no ano passado.
A boa notícia, é de que os estudantes podem obter descontos relacionados às multas e juros que tenham sido somadas às parcelas em aberto.
Além disso, fazendo a adesão ao parcelamento dentro do prazo, o estudante terá seu nome retirado do cadastro de inadimplentes.
É possível escolher efetuar o pagamento em quatro parcelas semestrais, pagas até 31 de dezembro de 2022 ou ainda em 24 parcelas mensais, com redução de 60% dos encargos e pagamento a partir de 31 de março de 2021.
Além disso, o estudante pode escolher em realizar parcelamentos em 145 com redução de 40% e 25%, respectivamente, e os pagamentos devem ser feitos a partir deste mês.
Outra opção é o parcelamento em até 175 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro, com redução de 25% dos encargos moratórios.
Vale ressaltar que a parcela mínima mensal é de R$ 200.
Os interessados que possuem débitos em aberto, podem fazer a negociação através do Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal.
Ambos disponibilizam atendimento através dos canais virtuais.
Veja como é simples:
Caixa Econômica Federal: a renegociação pode ser solicitada pelo estudante pelo portal SIFES-Web.
Banco do Brasil: a operação pode ser realizada via aplicativo do banco. Basta acessar a opção “Soluções de Dívidas”, depois clicar em “Renegociação Fies”. Feito isso, basta fazer uma análise e simular as condições de parcelamento disponíveis.
O atendimento também acontece nas agências, inclusive com a necessidade de comparecimento dos fiadores.
Nesta segunda-feira, 25, o Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União, as novas regras para o processo seletivo do FIES que passam a valer no segundo semestre de 2021.
O cronograma de seleção, entretanto, ainda será publicado em edital específico.
Para participar da seleção, é preciso que o interessado tenha renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos, além de ter participado de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, com nota superior a 450 pontos.
Através da seleção, o estudante pode conquistar uma vaga e garantir sua bolsa de estudos, mediante às condições de financiamento do programa.
Trata-se de um programa criado pelo governo federal em 1999, com a intenção de facilitar a disponibilização de crédito para que estudantes possam financiar seus estudos em faculdades privadas.
Em 2017 foi estabelecido o Novo FIES por meio da Lei nº 13.530, visando a concessão de financiamento a estudantes de cursos superiores, não gratuitos, e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação.
Desta forma, a Caixa passou a atuar no Novo FIES como gestora e possibilitando juros zero e uma escala de financiamento que varia conforme a renda familiar do candidato.
Por Samara Arruda
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