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INSS: Autônomos serão os terceiros a ter o ‘coronavoucher’

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse que o cronograma de pagamento do coronavoucher começará com as famílias que hoje recebem o Bolsa Família, que poderão optar pelo valor mais vantajoso. Depois, o governo pagará os trabalhadores informais do CadÚnico, que agrega os beneficiários de programas sociais. Na sequência, será a vez de microempreendedores individuais (MEI) e autônomos, que contribuem para o INSS. Por fim, os informais fora do CadÚnico serão beneficiados.

A ajuda do governo para que trabalhadores sem carteira atravessem a crise do coronavírus chegará mais tarde aos que hoje não recebem nenhum tipo de assistência social. Informais que não estão no chamado Cadastro Único (CadÚnico) devem começar a receber o auxílio de R$ 600 somente após a segunda quinzena de abril.

INSS: Autônomos serão os terceiros a ter o ‘coronavoucher’

Embora seja considerado o grupo mais vulnerável, essa parcela da população terá dificuldade em colocar as mãos no dinheiro, por estar fora dos bancos de dados.

Segundo fontes, informais fora do cadastro somente vão receber o dinheiro depois que o Ministério da Cidadania validar a autodeclaração de renda que o interessado terá que fazer.O Auxílio Emergencial aos informais foi aprovado segunda-feira pelo Congresso Nacional. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou agilidade.

— Se é um apoio emergencial, 16 de abril não parece tão emergencial para os brasileiros que estão precisando estão precisando dos recursos — disse Maia.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, se queixou da pressão para que as medidas sejam liberadas rapidamente. Segundo Guedes, o governo enfrentava até ontem um problema para indicar as fontes de recursos necessárias para pagar o auxílio, que terá impacto de cerca de R$ 80 bilhões. Ele afirmou que será necessário aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para viabilizar o processo.

Athayde Motta, da diretoria executiva da Associação Brasileira de ONGs, sugere que o governo busque dados com aplicativos de transporte, como Uber, entre outras fontes, para acelerar o processo.

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Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas possui uma trajetória multifacetada, ele acumula experiências como jornalista, CEO e CMO, tendo atuado em grandes empresas de software no Brasil. Atualmente, lidera o grupo que engloba as empresas Banconta, Creditook e MEI360, focadas em soluções financeiras e contábeis para micro e pequenas empresas. Sua expertise em marketing se reflete em sua obra literária: "A Revolução do Marketing para Empresas Contábeis": Neste livro, Ricardo de Freitas compartilha suas visões e estratégias sobre como as empresas contábeis podem se destacar em um mercado cada vez mais competitivo, utilizando o marketing digital como ferramenta de crescimento.

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