Estudantes brasilienses concluem simulado do Enem Colégio Setor Oeste, Asa Sul, Brasília, DF, Brasil 7/7/2016 Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília.
O novo Ensino Médio vai ser implementado de forma gradual a partir do ano que vem, focando na formação do aluno e no desenvolvimento de competências e habilidades.
As disciplinas ficarão integradas em quatro áreas do conhecimento, sendo assim, o aluno poderá escolher itinerários formativos conforme áreas de seu interesse e projetos de vida e carreira.
As mudanças vão ocorrer no 1°, 2° e 3° ano dessa etapa escolar. Isso irá provocar um verdadeiro desafio para as escolas públicas e particulares que terão de implementar diretrizes curriculares nacionais. Elas começaram a adaptação em 2018, realizada de forma gradual. Principalmente porque a carga horária irá mudar para 1.800 horas, o aluno passará mais tempo na instituição.
Nas 4 áreas do conhecimento, o aluno terá acesso: Matemática e suas Tecnologias; Linguagens e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; E, no mínimo, 1.200 horas flexíveis que ficarão reservados para a Formação Técnica e Profissional.
O novo ensino médio vai entrar em vigor em 2022 para os alunos do 1° ano e até 2024 atingirá todas as turmas do país. A carga horária será maior tendo um total ao longo de três anos que passará de 2400 horas para 3 mil horas. Dessas 3 mil horas, 1.800 vão ser destinadas para as disciplinas que são obrigatórias da base Nacional Comum Curricular e 1.200 horas será destinada para o aluno decidir, ou seja, itinerários formativos.
Escolas ficam obrigadas a oferecer ao aluno uma opção complementar a formação:
Os profissionais da educação vão precisar se adaptar ao novo modelo, pois, deverão planejar e realizar as aulas de maneira integrada entre as diferentes /áreas de conhecimento/ disciplinas.
Um profissional reconhecido pela instituição de ensino poderá ministrar conteúdos relacionados a sua experiência profissional. Neste caso, um engenheiro poderá dar aulas.
As escolas públicas e particulares deverão no início de 2022 realizar a transição. Isso porque haverá maior flexibilidade no currículo escolar que permitirá o aluno se aprofundar nos campos que tenham maior identificação.
No ano de 2021: escolha e distribuição das obras, projeto integradores e projetos de vida;
No ano de 2022: escolha e distribuição, por área de conhecimento, das obras de formação continuada e dos recursos educacionais digitais;
No ano de 2023: escolha e distribuição das obras literárias; e
No ano de 2024: escolha e distribuição dos materiais e recursos didáticos para os itinerários formativos.
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