Planejamento, elaboração e execução. Essas são as grandes etapas acerca do gerenciamento e condução de projetos.
Falando assim, é fácil ceder à noção de que cumprindo regras e preenchendo requisitos, não existirá qualquer margem de erro para que o planejamento falhe ou que as coisas caminhem de forma inesperada.
Entender a amplitude da unidade de negócios e as responsabilidades que o líder deve assumir é o primeiro passo a fim de estabelecer um terreno propício à efetivação de ideias teóricas.
Essa discussão se estende à cultura interna e à eficiência operacional das equipes, componentes essenciais para o andamento de qualquer projeto.
Como o gestor deve se comportar? Qual é a real contribuição da inovação nesse sentido? São questões genuínas e que ilustram a importância de se refletir sobre o tema.
O projeto é mais que uma ideia, é uma oportunidade de mudar, alcançar novos ares e até potencializar a produtividade do negócio.
Encará-lo como um gasto secundário ou desnecessário é flertar com uma morosidade extremamente prejudicial, ainda mais em tempos cuja transformação digital modificou a forma de se pensar produtos e serviços.
É função primordial do gerente de projetos identificar pontos de melhoria e readequar sua cultura organizacional à efetivação das novas metas.
Indicar prioridades, direcionar procedimentos administrativos voltados para o objetivo final, garantir que os profissionais e colaboradores estejam alinhados sob uma perspectiva única, são exemplos práticos que facilitam a adesão processual; ou seja, abrem espaço para que o projeto não sofra com obstáculos internos.
É tentador manter-se em uma zona de conforto e evitar movimentações arriscadas. Além disso, trata-se de uma característica fundamentalmente humana.
O próprio conceito de risco pode se mostrar um forte entrave psicológico para se tomar medidas inovadoras.
É justamente nesse aspecto que o líder precisa assumir seu papel e utilizar a comunicação como método capaz de disseminar novas filosofias de trabalho, apontadas para um futuro repleto de possibilidades.
Em termos operacionais, a utilização de ferramentas tecnológicas, por sua vez, proporciona a consolidação de atividades seguras e simplificadas, diminuindo a ocorrência de falhas críticas, provocadas, majoritariamente, pela manipulação manual de informações e procedimentos padronizados.
O reflexo do auxílio da máquina é a valorização das pessoas, que se antes acabavam ocupadas em tarefas exaustivas, agora terão disponibilidade para focar em atividades estratégicas e subjetivas. Essa centralização das atenções resulta em um engajamento muito maior, fator preponderante para a execução de um projeto.
Durante o andamento de um projeto e o cumprimento das atividades previamente estabelecidas, o gestor irá se deparar com novas informações, condicionais, problemas, soluções, entre inúmeras variáveis compatíveis com a aplicação prática das ideias colocadas em pauta.
Esperar que as coisas sempre caminhem dentro da expectativa e do planejamento estratégico, simplesmente não condiz com a complexidade desses processos.
Evidentemente, garantir a replicação do que se foi estruturado no plano de gerenciamento do projeto é uma finalidade básica e esperada, mas o líder, dotado de seu poder de decisão, não deve impedir o aprimoramento com base em erros e aprendizados.
Em resumo, para se conquistar resultados satisfatórios, gerados diretamente pelos novos esforços da equipe envolvida no programa, o alerta para a necessidade de se adaptar precisa estar presente e atento à cada etapa acerca dos processos.
A preparação do terreno empresarial não é somente técnica, é mental. Com a base estrutural de suportes tecnológicos e sua eficiência operacional assegurada por uma cultura orientada à inovação, o potencial humano encontrará um campo aberto para atingir seu ápice estratégico, em prol de mais produtividade, engajamento e mobilização, três componentes obrigatórios para a realização de um projeto inclinado ao sucesso.
Por Ana Luiza Milan é cofundadora e Head de Projetos na Receiv, plataforma inteligente de contas a receber. Psicóloga, com especialização em Administração de Recursos Humanos.
Nos siga no
Participe do nosso grupo no
Muitos empreendedores encontram no Microempreendedor Individual (MEI) uma ótima alternativa para formalizar seus negócios, pagar…
Se você já foi Microempreendedor Individual (MEI) e precisou mudar de categoria empresarial, mas agora…
Ao iniciar ou gerenciar um negócio, a escolha do regime tributário pode parecer um labirinto,…
Se você é MEI, já se pegou pensando se realmente está pagando os impostos justos…
Pagar impostos faz parte do jogo quando se tem um negócio, mas ninguém gosta de…
Em 2025 dezenas de concursos públicos estão previstos, decidimos montar uma lista com as melhores…