Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Administradores públicos estão defendo a extensão do auxílio emergencial para o 2021. Embora, o Ministro da Economia, Paulo Guedes tenha dito que não há nenhuma possibilidade do auxílio ser prorrogado para o ano que vem.
A iniciativa de prorrogar o auxílio foi adotada por um grupo de deputados federais, mas não parece ser bem vista entre o Congresso Nacional.
O impasse e confusão entre parlamentares e governo em relação a extensão do auxílio, está no motivo da dificuldades de encontrar forma de financiamento para o Renda Cidadã, o governo poderá se sujeitar a prolongar o projeto por um período ainda maior.
Os deputados federais defendem manter o programa como alternativa de política social.
A XP Investimento realizou um levantamento que diz que, 45% dos deputados defendem a permanência do auxílio emergencial. Para a maioria deles, a alternativa é mais eficaz e prática tendo em vista já estar em vigor e beneficiando milhares de brasileiros.
A pesquisa ouviu 174 dos 513 deputados, entre os dias 14 e 30 de setembro. Sendo que 54% acha uma decisão viável a considerar a atual realidade econômica do governo e os demais 42% acreditam que a decisão pode ser pensada com alterações.
Entretanto, 16% defendem manter o programa do governo, mas que aconteçam alterações em seu modelo atual. Dentro deste grupo, 34% é oposição ao presidente Jair Bolsonaro, já os aliados são 10%.
Não se sabe se a pauta será encaminhada posteriormente, tendo em vista a aceitação recente de manter o programa até o mês de dezembro.
De acordo com os deputados, uma das propostas defendida por 83% dos entrevistados da oposição seria a possibilidade de manter o projeto com um reajuste na quantia de R$ 300.
Para estes, o benefício deveria voltar aos R$ 600 ofertados inicialmente. Já 69% do grupo da posição defendem o novo valor afirmando que o governo não obtém recursos o suficiente para manter a pauta.
55% dos deputados são a favor das propostas feitas pelo Poder Executivo, enquanto 31% defendem um aumento. Outros 3% dizem que o repasse mensal deve ser reduzido e 12% não responderam ao questionamento.
Assim como aconteceu com o Renda Brasil, o novo programa Renda Cidadã está com dificuldades para sair do papel.
Para o novo programa que irá substituir o Bolsa Família, o governo já tentou retirar recursos dos precatórios e do Fundeb, o que não foi muito aceito, gerando muitas criticas.
Para por o Renda Cidadã em prática no mês de janeiro de 2021, há uma intenção de criar novos impostos ou de finalizar os descontos de 20% para quem fazia do IRPF na modalidade simplificada.
Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil
Nos siga no
Participe do nosso grupo no
Muitas vezes os problemas pessoais podem atrapalhar a sua concentração e afetar o seu rendimento…
Se você encerrou seu Microempreendedor Individual (MEI) neste começo de 2025 e está com dúvidas…
Os processos contábeis movimentam inúmeras informações e demandam muitas operações burocráticas dentro das organizações. Qualquer…
No mês de março, a Receita Federal deverá comunicar todos os detalhes para a declaração…
A partir de 25 de março de 2025, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)…
A Reforma Tributária, com a promulgação da Lei Complementar nº 214/2025, introduziu mudanças significativas no…