Diante do pequeno salário que milhares de aposentados e pensionistas do INSS recebem mensalmente, grande parte decide fazer um empréstimo consignado para conseguir resolver vários sufocos dentro de casa.
Muitos beneficiários não têm conhecimento sobre os limites dos empréstimos sobre as parcelas que são descontadas do salário, tem o intuito de controlar os gastos desse consumidor para não comprometer toda sua renda na hora de fazer a contratação.
Como funciona a Margem Consignável?
O limite dessa margem vai depender de quanto o beneficiário recebe, porém a regra é a mesma para todos . As parcelas devem ser inferiores a 30% do salário ou benefício do INSS.
Existem vários bancos e correspondentes que oferecem empréstimo consignado, por esse motivo são diferentes as ofertas de taxas de juros que podem impactar bastante no valor que você poderá receber.
O beneficiário poderá utilizar todo seu limite através de um empréstimo, ou contratar vários consignados até atingir o valor total da margem disponível.
Quitação antecipada:
Geralmente os empréstimos consignados possuem longos prazos para o pagamento, porém caso o beneficiário desejar é possível antecipar essas parcelas.
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O código de defesa do consumidor assegura a realização desses pagamentos, não sendo permitido a cobrança adicional por essa operação.
Houve um aumento no número de pessoas que pagam suas parcelas antecipadamente, elas procuram a redução dos juros da parcela que ainda vai vencer e a liberação da margem consignável em um tempo menor.
Existe limite de idade?
Diante a lei 10.820, não existe nenhuma regra com relação à idade máxima ou mínima para a linha de crédito, porém muitos idosos enfrentam dificuldades após os 75 anos para conseguir um empréstimo consignado. Quanto maior a idade, menores são os limites de crédito oferecidos pelas instituições bancárias.
Aumento de Limite emergencial:
Em outubro de 2020 entrou em vigor uma medida provisória que passou o limite da margem consignável de 30% para 35% em razão da pandemia do Covid-19.
Esta medida foi aprovada até o final de dezembro, contudo a um novo debate sobre a Medida Provisória 1006/20 que pede o aumento da margem consignável do INSS por 2 anos. A votação deve acontecer nos próximos dias.
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