A estimativa é que 10,9 milhões de famílias estejam enquadradas no perfil para a utilização do FGTS futuro em prestações do financiamento imobiliário, segundo levantamento do DataZAP+, baseado em dados da Pnad Contínua de 2019, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse montante equivale a 15,8% do total de famílias do país.
Cerca de 10,9 milhões de famílias poderão se beneficiar em 2023 dos depósitos futuros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para a compra de imóveis no Programa Casa Verde e Amarela. Isso porque a nova modalidade do FGTS consignado, também chamado de FGTS futuro, esteja em vigor a partir de abril.
Em primeiro momento a medida deve contemplar os trabalhadores que possuem uma renda familiar de até R$ 2.400 por mês, onde, cada beneficiário poderá financiar um imóvel em seu nome. A adesão será opcional, ou seja, o trabalhador é quem escolherá aderir ou não ao programa, pois, ela não é obrigatória.
Segundo levantamento do DataZAP+, baseado em dados da Pnad Contínua de 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 10,9 milhões de famílias em todo Brasil devem se enquadrar na nova modalidade do FGTS futuro para prestações de financiamento imobiliário.
O FGTS futuro surgiu através de uma medida elaborada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e foi aprovada ainda no mês de outubro pelo Conselho Curador do FGTS.
Na modalidade do FGTS futuro, o próprio recurso do Fundo de Garantia do trabalhador, funcionará como um consignado com base nos depósitos que as empresas ainda vão fazer nas contas individuais dos trabalhadores brasileiros.
Dessa forma, ao invés do dinheiro ser depositado mensalmente nas contas do FGTS do trabalhador, o mesmo será descontado para ajudar o cidadão a pagar as prestações e diminuir mais rapidamente o saldo devedor do imóvel.
Sendo assim, os depósitos futuros do FGTS servirão como uma espécie de caução em caso de necessidade de complementação dos pagamentos das parcelas do crédito habitacional. Logo, famílias com menor poder aquisitivo, terão acesso a imóveis com prestações mensais maiores devido à nova modalidade.
Conforme explicado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, o trabalhador que, por exemplo, recebe R$ 2 mil por mês, consegue assumir uma prestação de R$ 500, já com a nova modalidade, o mesmo poderá assumir parcelas de até R$ 660, considerando o depósito mensal de 8% do FGTS.
● Dessa forma, o trabalhador que recebe R$ 2 mil sem FGTS futuro: assume prestação de R$ 500; esse trabalhador poderia financiar um imóvel de até R$ 103 mil;
● Já o trabalhador que aderir a nova modalidade com FGTS Futuro: assume prestação de R$ 660; o valor total do imóvel a ser financiado aumenta para R$ 136 mil.
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