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Primeira parcela do Auxílio Emergencial liberada este mês

Com a virada do mês de março e a recente declaração do presidente Jair Bolsonaro de que o auxílio emergencial terá quatro parcelas de R$ 250. A expectativa é de que a primeira parcela da nova rodada seja liberada este mês.

A retomada do auxílio emergencial é defendida pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira e do Senado, Rodrigo Pacheco. O formato dos novos pagamentos ainda não foi anunciado oficialmente.

O retorno do auxílio emergencial foi tema de um grande conflito entre governo e parlamentares nos primeiros meses de 2021. Agora com o apoio do presidente da Câmara Arthur Lira, bem como do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o governo e o Congresso conseguiram chegar num consenso sobre a nova prorrogação.

Apesar de citar as quatro parcelas de R$ 250, o presidente disse que o assunto ainda está sendo discutido com a equipe econômica e com Lira e Pacheco. Bolsonaro não informou data para bater o martelo sobre o tema.

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal. / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Como vai funcionar?

Segundo declaração de Bolsonaro, a nova rodada de pagamentos do Auxílio Emergencial será paga nos meses de março, abril, maio e junho. O valor de cada parcela será de R$ 250, o que representa uma ajuda de custo de R$ 1 mil reais por beneficiário no final da nova rodada de pagamentos.

Ainda não foi definido pelo governo como o pagamento do auxílio emergencial vai funcionar. O primeiro passo é aguardar a aprovação da PEC Emergencial junto ao Congresso Nacional para que então possa ser definido os critérios de pagamento.

A expectativa é que a nova rodada siga os mesmos moldes do ano passado, ou seja, primeiro o governo realiza o depósito em conta poupança social digital que pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Em segundo momento o governo libera o calendário destinado a saque em espécie e transferência bancária.

Outra mudança que deve ocorrer está relacionado ao número de beneficiários. O governo federal prepara um pente-fino no número de beneficiários para que aproximadamente 40 milhões de pessoas possam ter acesso as novas parcelas. Número este que demonstra uma diferença muito expressiva com relação aos pagamentos das primeiras parcelas onde 65 milhões de pessoas tiveram acesso as parcelas e que no final dos pagamentos, com mudanças nas regras, as parcelas residuais de R$ 300 tiveram 57 milhões de beneficiários.

Ricardo

Redação Jornal Contábil

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