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Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que estavam aguardando a definição da liberação do 14º salário, agora pode começar a se animar, isso porque o Projeto de Lei que solicitava o benefício estava muito longe de sua aprovação, principalmente por falta de definições quanto ao valor, pagamentos e principalmente de informar uma fonte de recursos para financiar a medida.
O Projeto de Lei (PL) que se solicita o abono anual (14º salário) em favor dos segurados do INSS está tramitando em caráter concluso na Câmara dos Deputados e se trata do PL 4367/20 onde falta apenas a aprovação de mais uma Comissão competente.
O texto em questão é de autoria do Deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) e tem como relator o deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE) que recomendou a recente aprovação na Comissão de Finanças e Tributação.
O PL em questão vinha sofrendo dificuldades para sua aprovação, afinal, um dos pilares para que um Projeto de Lei possa ser aprovado é estar em conformidade com a legislação fiscal, ou seja, apontar de onde sairão os recursos para financiar a medida.
Assim, com a recente aprovação na Comissão de Finanças e Tributação, o deputado Mitidieri apontou três pilares para o financiamento do benefício, sendo elas:
Com relação às datas de pagamento ficou-se definido que, o texto original solicita a liberação do 14º salário do INSS para os anos de 2020 e 2021, assim para compensar esse período o pagamento do abono ficará da seguinte forma:
Quanto aos valores, devido aos custos com a medida onde o abono de 2020 custará R$ 39,26 bilhões e o de 2021 custará cerca de R$ 42,15 bilhões, ficou-se definido que o 14º salário será pago no valor de até dois salários mínimos, ou seja:
No caso, receberá o 14º salário todos os segurados do Regime Geral de Previdência Social que recebam benefícios com direito ao 13º salário, sendo eles:
Com a recente decisão da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara estabelece o pagamento do benefício para 2022 e 2023, neste ano os segurados não terão acesso a nenhum benefício extra neste mês de dezembro.
Além disso, o texto após aprovação na Câmara dos Deputados ainda dependerá do aval do Senado Federal e da sanção presidencial, ou seja, não há tempo hábil suficiente para que o 14º salário seja distribuído aos segurados do INSS ainda em 2021.
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