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9 Motivos para regularizar o seu negócio

Medo de pagar impostos, da burocracia ou por falta de informação: os motivos variam muito, mas a verdade é que boa parcela das empresas brasileiras nascem e permanecem na informalidade. Definitivamente, esse não é um bom caminho para quem quer ser um empresário bem-sucedido. Para ter certeza de que tudo está bem na empresa, além de obter vantagens, como linhas de crédito, proteção legislativa e incentivos fiscais, é necessário legalizar a corporação.

Quer mais motivos para regularizar o seu negócio? Conheça 9 motivos consistentes neste a artigo!

CONQUISTA DAS LINHAS DE CRÉDITO

Muitos bancos oferecem linhas de crédito facilitadas para pequenas e médias empresas. Essa é uma ótima oportunidade de investir em equipamentos novos, aumentar o capital de giro e tentar crescer! Só que, para conseguir esse empréstimo, o banco vai pedir uma série de documentos que só uma empresa legalizada vai poder fornecer.

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RECEBIMENTO DE INCENTIVOS FISCAIS

Não se legalizar por receio de pagar muito imposto é um erro, pois as vantagens superam esse gasto. Existem inúmeros incentivos fiscais que desafogam os pequenos empreendedores nos tributos.

O Microempreendedor Individual (MEI), por exemplo, paga pouco mais de R$40 por mês. Em troca, tem uma série de vantagens, como a simplificação da declaração de Imposto de Renda, a obtenção instantânea de alvará e benefícios previdenciários.

PARTICIPAÇÃO EM LICITAÇÕES

Atualmente, o poder público é um dos maiores compradores e conseguir ser um fornecedor do governo é um ótimo negócio! Para participar de licitações, no entanto, a empresa precisa de CNPJ e de estar em dia com os impostos e as contribuições previdenciárias. Não dá para perder oportunidades assim por não estar regularizado!

MELHORA NO RELACIONAMENTO COM FORNECEDORES

Ter um CNPJ permite a emissão de notas fiscais e proporciona confiança dos fornecedores e fabricantes. Isso pode, inclusive, aumentar as possibilidades de escolha de parceiros e de preços menores na hora da negociação.

INVESTIMENTO NO MERCADO EXTERNO

A informalidade não é compatível com o crescimento. Empresas que produzem artigos que poderiam ser exportados — como a confecção de biquínis e bijuterias tipicamente brasileiras —, só vão poder se cadastrar em programas de exportação, rodadas de negócios ou férias do setor se estiverem legalizadas!

PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO PESSOAL

Existem várias modalidades para a constituição da empresa. Uma das vantagens de certas modalidades, como LTDA. e EIRELI, é a proteção do patrimônio pessoal do empresário.

Isso quer dizer que as dívidas da empresa não vão poder avançar sobre o seus bens pessoais. Tudo fica separado, o que te dá mais segurança! Consulte seu contador para saber a melhor modalidade para o seu caso.

POSSIBILIDADE DE ABRIR CAPITAL

O mercado de capitais está cada vez mais aberto às pequenas e médias empresas. Porém, para abrir capital — passar a negociar ações na bolsa de valores —, as empresas precisam mostrar relatórios contábeis bem detalhados e de acordo com os padrões indicados pelo mercado financeiro.

Claro que não dá para fazer isso na ilegalidade. Ter uma contabilidade bem estruturada e transparente pode representar o salto para a transformação da pequena e média para a grande empresa.

Percebeu como as vantagens são inúmeras para quem decide começar a empresa dentro da legalidade? Ainda tem dúvidas sobre como legalizar seu negócio? Entre em contato, estamos à disposição para ajudar!

REGULARIZAÇÃO EMPRESARIAL APÓS MUDANÇA DE ENDEREÇO

Lembre-se também que caso seu estabelecimento mude de endereço no futuro, você deve mais uma vez verificar se o novo endereço é adequado, e atualizar os dados da empresa.

Tenha atenção pois se seu empreendimento mudar de endereço, e essa informação não for atualizada, seu negócio estará irregular.

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS MAIS COMUNS

Como dito, não basta pagar os impostos: sua empresa não estará regularizada se você não observar as obrigações acessórias. O descumprimento delas também pode acarretar multas pesadas.

Algumas das obrigações acessórias mais comuns consistem em informar o salário que você paga aos funcionários, o quadro de demissões e contratações, entre tantas outras.

Incluem-se entre elas: a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF), Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (GFIP), Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), e a Escrituração Contábil Fiscal (ECF), entre outras.

Mesmo empresas inativas devem ter atenção a algumas dessas obrigações acessórias, como a Declaração Simplificada de Pessoa Jurídica (DSPJ) e a RAIS.

Fonte: Zannix Brasil/Capital Social

Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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