A prorrogação do Auxílio Emergencial está condicionado ao calendário de vacinação, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes. Isso porque existe uma esperança que toda população adulta já tenha recebido a 1ª dose da vacina contra a Covid-19.
A prorrogação deverá ser de três parcelas, no entanto, se houver necessidade, o ministro afirmou que poderá haver outra prorrogação, isso é claro, dependendo dos avanços da pandemia no país. Se a meta da vacinação for atingida até outubro, e pandemia esteja com um controle maior, então ficará a prorrogação em apenas três parcelas, sem haver outra extensão do benefício.
O ministro também disse que não acontecerá mudança nos valores para a prorrogação, continuando os valores de R$ 150 para quem mora sozinho; R$ 250 para as famílias com duas ou mais pessoas e R$ 375 para as famílias em que as mães são chefes de família.
Enquanto isso, alguns parlamentares querem que a prorrogação do auxílio seja no valor de R$ 600. O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) que classificou como louvável o anúncio da nova prorrogação, acredita que o valor terá que ser de R$ 600. Ele pede a mudança de valor na prorrogação a partir do Projeto de Lei que é de sua autoria, n° 2550/20. Para ele, o auxílio neste valor deve ser pago até o fim da pandemia.
Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil
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