Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente da república, Jair Bolsonaro, já informou que o governo não consegue pagar por muito mais tempo o Auxílio Emergencial de R$ 600. Essa afirmação ganhou mais notoriedade quando os técnicos do ministério da Economia junto ao ministro Paulo Guedes enfatizaram que o valor que o governo está custeando não é de dinheiro que está sobrando e sim um aumento da divida pública.
Como cada parcela custa R$ 50 bilhões ao governo, os técnicos do ministério da economia já informaram que se o auxílio fosse prorrogado até dezembro e com um valor de R$ 600, o custo do programa para o governo seria de R$ 450 bilhões, valor esse que é quase cinco vezes o rombo de todo o governo no ano passado, que foi de R$ 95 bilhões.
O ministro Paulo Guedes, informou na última quarta-feira em audiência pública na Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária, que o Brasil não suportará por muito tempo pagar o auxílio emergencial. Paulo Guedes ainda informou que “Se fosse R$ 200, ou R$ 300, dava para segurar por seis meses, um ano. Sendo R$ 600, não conseguimos estender mais do que estamos fazendo até agora”.
Mais cedo, o ministro confirmou que o governo está avaliando a reformulação do auxílio emergencial junto com a criação do Renda Brasil. De acordo com informações, o governo estuda estender o benefício até o fim deste ano.
Atualmente, a Caixa Econômica Federal realiza o pagamento de quatro diferentes parcelas do auxílio emergencial.
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