Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Essa expectativa vem das dificuldades enfrentadas ao longo do ano de 2020 devido aos impactos da pandemia do novo coronavírus.
Por essa razão, muitos brasileiros que dependeram financeiramente deste auxílio no último ano, começaram 2021 com incertezas sem saber o que irão fazer de agora em diante, já que o calendário de pagamentos do benefício emergencial terminou em dezembro.
Porém, embora a expectativa em torno da prorrogação do auxílio emergencial tenha sido grande, em ocasiões anteriores, o Governo Federal já havia comunicado sobre não ser possível dar continuidade aos pagamentos em 2021.
Mesmo assim, muitos parlamentares têm trabalhado efetivamente no intuito de prorrogar o auxílio e continuar amparando estes beneficiários, ainda que com uma quantia simbólica.
Neste sentido, existem dois Projetos de Lei que têm conquistado o apelo popular, os quais pedem a prorrogação do auxílio emergencial pela terceira vez.
O primeiro deles é o PL 5495, de 2020, de autoria dos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Esperidião Amin (PP-SC), o qual visa prorrogar o estado de calamidade pública e, consequentemente, os pagamentos do auxílio emergencial até o dia 31 de março de 2021.
O segundo Projeto de Lei em trâmite é o 5494, também de 2020, desta vez, de autoria dos senadores Rogério Carvalho (PT-SE) e Paulo Rocha (PT-BA), com o objetivo de promover medidas singulares direcionadas aos beneficiários de baixa renda, embora se limite a apenas dois membros por unidade familiar.
De acordo com a ementa, o objetivo é estabelecer, acima de tudo, ações excepcionais de proteção social que podem e devem ser adotadas durante o período de reabilitação econômica da pandemia do novo coronavírus.
Mas apesar de todos os esforços, o Governo Federal se mantém firme quando a decisão de encerramento do auxílio emergencial que, segundo o presidente Jair Bolsonaro, já chegou ao limite.
Para o presidente, uma nova prorrogação é inviável, considerando que estaria relacionada a um rombo de R$ 700 bilhões em gastos com o enfrentamento da crise sanitária em 2020.
No entanto, conforme mencionado anteriormente, as movimentações relacionadas à prorrogação do auxílio emergencial não foram cessadas, e ainda há vários parlamentares empenhados no tema.
E como diz o ditado “a esperança é a última que morre”, por isso, continue nos acompanhando para se manter informado sobre este e outros assuntos.
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