Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Congresso Nacional e o governo ainda não se entenderam em relação ao valor que será liberado para as 4 parcelas do auxílio emergencial, a partir de março.
Na quinta-feira (18) aconteceu um almoço na residência oficial do Senado, onde o cardápio principal foi o auxílio emergencial. O principal problema está no valor que deverá ser pago, a equipe do governo quer um valor entorno de R$ 200,00 ou R$ 250, enquanto o Congresso cogita parcelas de R$ 300.
O almoço contou com a presença do ministro da Economia Paulo Guedes, Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
A deputada Flávia Arruda que é presidente da CMO (Comissão Mista do Orçamento), também estava presente, além do senador Márcio Bittar (realtor das PECs que deverão permitir uma nova rodada do auxílio emergencial.
Guedes e Bittar farão juntos a redação final do relatório que irá incluir a cláusula de calamidade.
O senador Márcio Bittar deverá apresentar até segunda-feira o seu parecer. Tudo indica que o Senado colocará o tema em pauta na próxima semana. Já o senador Rodrigo Pacheco disse que poderá agendar a matéria para a próxima quinta-feira (25).
Se o tema não entrar em pauta, o auxílio emergencial terá poucas possibilidades de e em iniciar o pagamento das parcelas no mês que vem.
Todo mundo sabe que o sonho do ministro da Economia, Paulo Guedes é que o auxílio comece a pagar R$ 250 e em seguida passe a pagar R$ 200, o que seria um valor semelhante ao pago pelo Bolsa Família.
Dentre as previsões do auxílio emergencial o governo deverá contar com um novo pente-fino para realizar os novos pagamentos. O governo cruzou dados bancários de beneficiários nos últimos 11 meses para eliminar quem não tem direito ao recebimento do Auxílio Emergencial.
Edição de Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil
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