O Rio de Janeiro sediará pela primeira vez a Cúpula do G20, com início marcado para essa quinta-feira, dia 14, mas com extensão até o dia 19. O evento reúne as principais economias do mundo e atrai atenção do mundo inteiro.
G20 (Grupo dos Vinte) é uma coligação que junta as vinte maiores economias mundiais. Os países membros formam uma liga de cooperação internacional a fim de promover melhorias no desenvolvimento econômico, social, político e sustentável em escala global. Eles discutem as propostas ao longo do ano para, no último dia da Cúpula, assinar os acordos.
A nomeação “cúpula” é uma referência ao termo em inglês “Summit”, que diz respeito ao ponto mais alto de uma montanha. Desse modo, a Cúpula seria o ápice dos debates realizados durante os 12 meses.
As nações integrantes da Cúpula são: Brasil, África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia, além da União Europeia e União Africana.
A presidência da Cúpula é rotativa e cabe ao país-sede do ano definir os principais assuntos que pautam a reunião. A organização do G20 é dividida em dois âmbitos de atuação: trilha de Sherpas e trilha de Finanças.
Sherpas são representantes dos líderes integrantes do grupo, que participam das negociações e debatem sobre as pautas da reunião. “Sherpa” é um termo usado para denominar o ajudante que, no alpinismo, auxilia o escalador a chegar até o topo da montanha.
Já a trilha de Finanças trata de temas macroeconômicos e é conduzida por chefes de Bancos Centrais e Ministérios de Economia.
O grupo de vinte países não detém nenhum tipo de poder legislativo – ou seja, não tem autoridade para formular e aprovar leis.
A competência da Cúpula consiste em assumir compromissos políticos, econômicos, sociais ou qualquer outra esfera de interesse internacional. Os acordos, por sua vez, residem na confiança de que os governos cumprirão as metas estabelecidas.
O Brasil, presidente do evento, instituiu três temas principais para a Cúpula deste ano:
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