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Homens que ainda não têm cadastro no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) têm até a próxima terça-feira (12) para fazerem a inscrição e terem direito a se aposentar com 15 anos de contribuição, segundo advogados previdenciários consultados pelo UOL. Caso contrário, serão necessários 20 anos de contribuição para a aposentadoria, ou seja, 5 anos a mais.
O governo deve promulgar a reforma da Previdência na terça, e as novas regras de aposentadoria passam a valer. Segundo as novas regras:
O trabalhador com carteira assinada torna-se segurado do INSS automaticamente quando é contratado no primeiro emprego. Os demais podem se tornar filiados facultativos, pagando diretamente ao INSS.
Faltam poucos dias antes de a reforma da Previdência começar a valer, mas o advogado previdenciário João Badari afirma que basta fazer a inscrição no INSS para o homem assegurar o tempo menor de contribuição.
O processo não é demorado e pode ser feito pela internet, inclusive, de acordo com Adriane Bramante, presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário). O endereço do site do INSS é www.inss.gov.br.
Mesmo que o boleto de pagamento seja gerado e pago após a promulgação da reforma, o que vale é a data de inscrição, que deve anterior a 12/11/19, segundo Badari. Ele alerta, porém, que o pagamento tem que ser feito, mesmo depois, ou a inscrição não valerá.
Apesar de entrar em vigor após a promulgação, alguns pontos da reforma da Previdência ainda devem mudar —inclusive a necessidade de 20 anos de contribuição para homens que ainda não se inscreveram no INSS.
Para que a reforma caminhasse mais rapidamente, senadores fizeram um acordo e reuniram as mudanças desejadas em um segundo texto, que é a PEC paralela. O texto principal dessa proposta foi aprovado em primeiro turno no Senado na quarta-feira (6). Ao terminar a tramitação na Casa, ele seguirá para análise da Câmara.
O ponto central dessa PEC paralela é a inclusão de servidores de estados e municípios nas novas regras da aposentadoria, mas a diminuição no tempo de contribuição dos homens está no texto aprovado pelo Senado e pode começar a valer, se não for alterado pela Câmara.
Caso isso aconteça, todos precisarão de 15 anos para se aposentar, não importando quando começaram a contribuir.
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Conteúdo original Economia UOL
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