Para os investidores que estão buscando maximizar seus retornos e se posicionar à frente da curva, 2024 pode ser um ano de oportunidades douradas, visto que está sendo influenciado por uma série de fatores macroeconômicos. A retomada econômica pós-pandemia, combinada com políticas monetárias agressivas, está criando um ambiente propício para o crescimento.
De acordo com Amure Pinho, fundador do Investidores vc, a tecnologia continua sendo um grande motor de crescimento.
“Com a ascensão da inteligência artificial e outras inovações, empresas que estão por trás dessas tendências estão posicionadas para colher os frutos. As mesmas empresas já estão sentindo uma diminuição da curva de juros e já estão se preparando com certa antecedência para o crescimento”, afirma.
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O executivo ainda afirma que as empresas que tiveram problemas em relação aos Ventures Capitals, captação e valuations altos, na grande maioria, já se ajustaram.
“Não podemos negar que é o que está puxando o apetite das empresas, levando eficiência, novos parâmetros de negócios, ideias de construções de produtos. Cada vez mais estamos vendo o uso dessa tecnologia aumentando, como as startups conseguem pegar inovação, como elas estão trazendo eficiência nas operações”, afirma.
Junto a tecnologia, Amure aponta a contribuição com dados, robótica, automação e inteligência artificial, um prato cheio para os VCs.
Esse setor tem sido uma diagonal para diversos setores conseguirem entender como levar esse impacto para todos os stakeholders que estão em volta do negócio.
“Em pouco tempo, as empresas que não oferecerem modelos de negócios com posicionamento que envolvam mais o comprometimento das empresas com algo mais sistêmico, vão começar a ser cobradas e talvez, não tenham o mesmo acesso das quais as startups preparadas possuem”, afirma.
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“Uma tendência derivada dos aprendizados de IA. Empresas como Nike e L’oreal já estão conseguindo, em nível de escala, personalizações baseadas em questões de seus usuários, desde genética para produtos até tipo de pisadas e pegada”, destaca.
Amure ainda aponta que tem percebido algumas startups entregando esse tipo personalização na ponta para grandes empresas.
“Não estamos falando só de IA e Machine Learning, mas sim do como que essas empresas coletam, gerenciam, armazenam e tratam esses dados ao longo do tempo”, diz e explica que a medida que os canais digitais tomaram atenção, essa construção com uma marca conectada com o cliente, estão em voga.
Um mercado que perde bilhões de dólares no ano por problemas relacionados a vazamento de dados, privacidade dos usuários.
“Estamos falando de um mercado para startups que trabalham diretamente com proteção de dados. Isso é uma diagonal a todos os setores, ou seja, se a fintech é um setor com grande destaque no Brasil, vai ser puxado também, no colateral, os gastos, investimentos, preocupações com segurança. Estamos falando de um ambiente digital que de um lado tem quem quer inovar e do outro tem sempre alguém querendo encontrar alguma vulnerabilidade”, finaliza.
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