Se você ainda não fez o saque do seu PIS (Programa de Integração Social), saiba que o prazo está chegando ao fim.
Segundo alertou a Caixa Econômica Federal, os trabalhadores têm até o dia 30 de junho para sacar o valor referente ao ano-base 2019.
Pelo menos 560 mil trabalhadores ainda não sacaram o dinheiro e o valor disponível chega à R$ 328 milhões.
Através do PIS os trabalhadores recebem anualmente até um salário mínimo ou o valor proporcional ao período trabalhado no ano anterior. Então, para te ajudar a conferir se você possui valores a receber, continue conosco.
Todos os trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) possuem o direito ao PIS, basta cumprir os seguintes requisitos:
Com o número do seu PIS em mãos, os trabalhadores podem acessar o site da Caixa Econômica Federal para verificar se há valores a receber.
Em caso positivo, o cidadão pode ir até uma agência da Caixa com documento oficial de identidade com foto e CPF. Para sacar o abono salarial nos caixas eletrônicos da Caixa, nas casas lotéricas ou nos correspondentes bancários da Caixa é preciso ter o Cartão Cidadão.
Por outro lado, quem não tem conta, pode sacar o abono nos correspondentes bancários. Além disso, os pagamentos também foram depositados em conta poupança social digital, aberta sem custo para o beneficiário.
A movimentação é realizada pelo aplicativo Caixa Tem, sendo possível realizar consultas de saldos e extratos, pagamentos de contas e boletos, transferências e compras na internet utilizando o cartão de débito virtual, gerado gratuitamente no próprio aplicativo.
O saque pode ser realizado no prazo de cinco anos, segundo o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), no entanto, aqueles trabalhadores que perderem o prazo terão acesso ao dinheiro apenas quando for aberto o próximo período de pagamentos.
Vale lembrar que em 2021, o PIS não será liberado, pois, o abono salarial passará a ser pago de janeiro a dezembro de cada exercício. A decisão está prevista pela Resolução do Codefat nº 896, de 23 de março de 2021.
Diante disso, a previsão é de que o calendário 2022, ano-base 2020, tenha início somente em janeiro de 2022. O governo federal informou que pretende programar o calendário 2020 e 2021 simultaneamente, ou seja, pagando os dois de uma vez só.
Por Samara Arruda
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