Receita Federal e Força Tática realizam nova apreensão de caminhão com cigarros paraguaios

Em operação conjunta, servidores da Receita Federal de Mundo Novo/MS e da Força Tática do 12º BPM/MS interceptaram um caminhão carregado de cigarros paraguaios, na zona rural do município, nas proximidades da fronteira do Brasil com o Paraguai.

A operação ocorreu entre a madrugada e a manhã de hoje (24), quando a equipe de monitoramento designou um caminhão que estava adentrando o território nacional por estrada clandestina, como provável transportador de cigarros estrangeiros contrabandeados.

A equipe de abordagem interceptou o veículo a cerca de 2 km da linha de fronteira, quando o condutor do caminhão realizou manobra de retorno, na tentativa de evadir-se em direção ao Paraguai. Contudo, ao perceber que todas as rotas de fuga para o Paraguai estavam bloqueadas pelas equipes, o motorista desembarcou do veículo, empreendendo fuga em direção à mata, não podendo mais ser localizado.

Em vistoria ao compartimento de carga, foram localizadas cerca de 150 caixas de cigarros estrangeiros, avaliados em R$ 375 mil. O veículo, por sua vez, está avaliado em R$ 35 mil. O veículo e a carga foram entregues ao Depósito de Mercadorias Apreendidas (DMA) da Alfândega da Receita Federal em Mundo Novo.

Leia mais: Receita Federal e Força Tática apreendem caminhão carregado com cigarros paraguaios

Operação da última quarta-feira (18)

Em operação anterior, na última quarta (18), servidores da Receita Federal de Mundo Novo e Força Tática do 12º BPM de Naviraí/MS interceptaram um caminhão carregado com cigarros paraguaios e um veículo batedor, também nas proximidades da fronteira do Brasil com o Paraguai, apreendendo uma carga de cigarros paraguaios avaliada em R$ 500 mil. O caminhão e o veículo batedor também foram apreendidos, tendo sido avaliados em R$ 184 mil.

A atuação do órgão na apreensão de cigarros contrabandeados é importante para garantir a segurança e a proteção dos cidadãos, uma vez que esses produtos podem ser prejudiciais para a saúde e a segurança pública, além de prejudicar a economia nacional e violar as leis.

Fonte: Receita Federal

Gabriel Dau

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