Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O novo auxílio emergencial deverá inciar o pagamento de suas quatro parcelas, a partir de março. Ainda não existe um valor definido, porém, a equipe econômica deseja que o valor seja entre R$ 200 e R$ 250,00. Enquanto isso, Governo Federal segue em discussão sobre como arrecadar fundos para custear a nova rodada de pagamentos.
Por outro lado, será feito um pente-fino nos beneficiários para contemplar apenas aqueles que terão realmente direito ao auxílio. Outro desejo do governo, é beneficiar aproximadamente 33 milhões de pessoas, incluindo os 14 milhões de brasileiros beneficiários do Bolsa Família possam ser contemplados.
Sendo assim, acontecerá uma redução que vai mexer com milhões de brasileiros, já que o números de beneficiados com o novo auxílio emergencial será menor em relação ano ano passado, quando 67 milhões pessoas receberam o benefício.
Quem recebe pensão;
Aposentadoria;
Benefício assistencial;
Seguro desemprego;
Tem vínculo empregatício ativo.
A seleção reduzirá o número de auxiliados do ano passado, de 68 milhões, apenas 40 milhões serão contemplados em 2021.
Por causa do pente-fino, milhões de pessoas ficarão sem receber o auxílio emergencial. No ano passado, no mês de abril, teve inicio o auxílio emergencial com parcelas de R$ 600, em seguida houve uma extensão no valor de R$ 300. Em 2020, 65 milhões de brasileiros foram beneficiados.
Agora para 2021, o número de pessoas que serão contempladas com o novo auxílio emergencial, deverá cair para 40 milhões.
A Secretaria de Governo Digital e a Secretaria de Previdência e Trabalho serviram de base para o cruzamento de 11 bases de dados para verificar a situação dos beneficiários. Em breve, a nova ferramenta será usada para programas de distribuição de emprego e renda.
As 11 bases de dados usadas foram: CAGED, INSS, MEI, CNIS. A ferramenta permite saber se o beneficiário através do número de seu CPF é servidor público, empresário, militar, aposentado ou pensionista, também podendo saber quem são os dependentes declarados no Imposto de Renda.
Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil
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