Brasil gera 2 milhões de vagas formais em 2022

Ao longo do ano passado o Brasil criou mais de 2 milhões de empregos, o saldo ainda é menor do que em 2021. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, a economia brasileira gerou pouco mais de 2 milhões de empregos em 2022.

Este é o resultado de 22,6 milhões de contratações e 20,6 milhões de demissões ao longo do ano. Este é o segundo ano de criação de empregos, já que em 2020 o ano fechou com mais demissões do que contratações.

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Comparação com 2021

A criação de empregos com carteira assinada perdeu fôlego no ano passado em relação a 2021. De acordo com as informações do CAGED, o Brasil encerrou 2022 com mais de 42 milhões de pessoas com carteira assinada, um recuo de 1% com relação ao ano anterior.

O Brasil, terminou 2022 com saldo de 2,37 milhões de empregos formais, em 2021 esse resultado foi de 2,76 milhões. O Brasil teve 22,648 milhões contra 20,610 milhões de demissões entre Janeiro e dezembro de 2022.

Dados do CAGED, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados mostram que o governo de Jair Bolsonaro, criou 5,266 milhões de empregos nos quatro anos de mandato.

Apenas no mês de dezembro houve mais demissões do que contratações, com saldo total de 431 mil desligamentos no restante do ano, todos os meses encerraram de forma positiva.

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Empregos por região

As admissões superaram as demissões nas cinco regiões brasileiras em 2022. Sudeste liderou as contratações com quase 980 mil vagas.

Em seguida aparecem o Nordeste com 385.094, o Sul com 309.277 o Centro-oeste com 231.781 e o Norte com 119.141. Outras 14.023 vagas não foram identificadas.

No acumulado do ano, os cinco setores analisados pelo CAGED geraram empregos, o destaque ficou com o ramo de serviços com mais de 1 milhão de postos formais criados.

Seguido por comércio com 350 mil vagas, na sequência vem indústria com 251 mil, a construção aparece com 194 mil e agropecuária 65 mil.

A maior parte das vagas com carteira assinada foi preenchida por homens no ano passado, ao considerar a faixa etária a maior parte dos postos formais ficou com pessoas entre 18 e 24 anos.

Esther Vasconcelos

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