Ibovespa: março foi o 2º pior mês da história

A crise econômica instaurada por conta da disseminação do novo coronavírus fez com que o mês de março entrasse para a história como o 2º pior para o Ibovespa. É o que aponta um levantamento realizado pelo Yubb (), maior buscador de investimentos do país. No último mês, a bolsa de valores teve seis circuit breakers, sendo o último em 16/03, quando o Ibovespa chegou a cair 13,92%.

Ibovespa: março foi o 2º pior mês da história

“Março foi o pior mês desde 1998. Chegou a superar o pior mês da crise de 2008 e bateu o recorde de circuit breakers em um único mês. Se a gente olhar para o trimestre, foi simplesmente o pior trimestre da história do Ibovespa. Além disso, em março, nenhuma ação do Ibovespa fechou no positivo”, explica Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb. “Apesar do mês negativo, no recorte das semanas houve uma curva de recuperação, os últimos dias de março não foram os piores do mês. E a gente tende a viver este período de volatilidade, principalmente enquanto não houver uma vacina ou um tratamento que contenha a pandemia do coronavírus”.

Confira o ranking completo:

Piores meses da história do Ibovespa

1º- Ago/1998: Crise russa -39,55%
2º- Mar/2020: Coronavírus -29,90%
3º- Out/2008: Crise do subprime -24,80%
4º- Out/1997: Crise asiática -23,83%
5º- Dez/1998: Crise russa -21,40%
6º- Ago/1997: Crise asiática -17,58%
7º- Set/2001: Ataques terroristas -17,17%
8º- Set/2002: Crise argentina -16,95%
9º- Fev/1995: Crise mexicana -15,81%Sobre o Yubb

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Fonte:

Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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