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A Seleção Brasileira entra em campo na próxima segunda-feira, dia 29 de junho, às 14h (horário de Brasília), para disputar a segunda fase da Copa do Mundo de 2026.
O horário da partida começou a mobilizar governos e prefeituras em relação aos expedientes públicos, mas a data não foi decretada como ponto facultativo nacional, o que significa que o funcionamento de órgãos públicos, escolas e empresas privadas dependerá de diretrizes locais.
No âmbito federal, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos autorizou que os servidores públicos federais encerrem o expediente ou se ausentem a partir das 11h nos dias de jogos realizados às 14h. As horas não trabalhadas deverão ser compensadas posteriormente entre os meses de agosto e setembro.
Nos estados e municípios, a decisão varia. Governos como os do Rio de Janeiro, Distrito Federal e Tocantins já decretaram ponto facultativo para as repartições públicas de suas administrações diretas.
Para as instituições de ensino e escolas, a tradição costuma prevalecer: embora não haja uma regra unificada de suspensão de aulas, a tendência é que a maioria das escolas e universidades libere os estudantes no horário do jogo ou pause as atividades durante os 90 minutos de partida.
Diferente do funcionalismo público, as empresas privadas não são obrigadas a conceder folga. O expediente nas corporações segue normal, a menos que haja um acordo interno para dispensa, alteração de jornada, adoção de home office ou compensação de banco de horas.
Faltar ao trabalho por conta própria para assistir ao jogo pode resultar em descontos salariais ou sanções disciplinares.
Além disso, vale destacar que o dia 29 de junho coincide com as celebrações católicas do Dia de São Pedro e São Paulo. Por essa razão, a data já é considerada feriado municipal fixo em diversas cidades brasileiras que têm o santo como padroeiro. Nesses municípios específicos, o comércio e os serviços estarão fechados por força da lei local, independentemente do calendário da Copa do Mundo.
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