Presidente do Banco Central nega que PIX será taxado

Quando questionado sobre a potencial aplicação de tarifas no serviço de transferência instantânea, presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, refutou a ideia de que haverá taxas associadas ao Pix, durante uma sessão extraordinária no Senado realizada nesta quinta-feira (10).

Campos Neto rejeitou categoricamente essa perspectiva, assegurando que a imposição de taxas sobre o Pix não é uma possibilidade viável.

“Não vamos taxar o Pix. Não existe isso”, afirmou.

Taxação para pessoas jurídicas

Desde a introdução do Pix em novembro de 2020, as pessoas físicas têm desfrutado de isenção de tarifas gerais.

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO
Você está perdendo conteúdos exclusivos
Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.
R$4,90
Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês
LIBERAR MEU ACESSO AGORA
✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

Por outro lado, a prática de aplicar tarifas às pessoas jurídicas recebeu aprovação por meio de uma resolução emitida pelo Banco Central em 22 de outubro de 2020, e tem sido implementada pelas instituições financeiras desde então.

O Banco Central tem instruído as instituições bancárias a adotar medidas mais rigorosas no processo de abertura de novas contas, visando a prevenção de atividades fraudulentas.

Além disso, foi introduzida a funcionalidade de modulação no sistema Pix, conferindo aos usuários a capacidade de controlar quais destinatários estão habilitados para receber esse tipo de transferência.

Recentemente, na sexta-feira passada (4), o volume de transações realizadas por meio dessa modalidade ultrapassou a marca impressionante de 140 milhões em um período de 24 horas.

Leia Também: Drex: Saiba Qual A Diferença Entre A Nova Moeda Digital E O PIX

Fake news

A aplicação de tarifas sobre o Pix para pessoas jurídicas tem gerado a propagação de informações falsas nas plataformas de mídia social.

A prática de cobrança de empresas existe desde o lançamento dessa modalidade em 2020 e é determinada pelas instituições bancárias.

A resolução número 19, datada de 1º de outubro de 2020, emitida pelo Banco Central, estipula que as instituições financeiras têm a liberdade de decidir se e em que medida irão cobrar por transações de Pix realizadas por pessoas jurídicas.

Em junho, em resposta a uma repercussão negativa, a Caixa Econômica Federal revogou a decisão inicial de implementar a cobrança do Pix para empresas.

No entanto, instituições bancárias de grande porte, como Itaú, Santander, Bradesco e Banco do Brasil, continuam a impor essas taxas.

Esther Vasconcelos

Postagens recentes

Restituição do IR não caiu na conta? Saiba como consultar e resolver o problema

A data do lote chegou, o extrato do banco foi conferido mais de uma vez,…

3 horas atrás

Ações que o contador já deve tomar para enfrentar a Reforma Tributária

Ações concretas que devem ser tomada imediatamente

1 dia atrás

Falta de assessoria contábil joga quase metade dos MEIs na inadimplência

Com 41% das categorias em atraso com o fisco, apoio contábil deixa de ser capricho…

1 dia atrás

Códigos CFOP 5102 e 6102: qual devo usar na venda de mercadorias?

Escolha correta do Código Fiscal de Operações e Prestações evita rejeição de notas fiscais, multas…

1 dia atrás

Aprovada a isenção de Imposto de Renda para profissionais de segurança pública

Proposta amplia benefício para guardas municipais, peritos e inativos. Recursos virão da taxação de apostas…

1 dia atrás

Montador de móveis barato: como economizar sem abrir mão da qualidade

Na hora de montar móveis novos, muitas pessoas procuram uma solução que seja prática, segura…

1 dia atrás