Reforma da Previdência e as mudanças para quem é MEI

A Nova Previdência traz algumas mudanças para quem trabalha regularizado como Microempreendedor Individual.

Trabalhar como MEI é uma das melhores opções para quem inicia um empreendimento e quer estar com sua situação regularizada. Isso acontece porque a burocracia para o MEI é menor.

Muitos empreendedores estão preocupados com relação à Reforma da Previdência, pois há um temor com as mudanças que vem pela frente.
Vamos elucidar e apontar o que muda e o que continua igual. Acompanhe:

Pagamento ao INSS

Atualmente o MEI tem a obrigação de pagar 5% em cima do salário mínimo ao INSS, além das taxas referentes as taxas de ISS e ICMS que podem ser de aproximadamente R$6 cada e isso dependendo do ramo de atividade. Após a aprovação da Reforma, os valores continuarão iguais, variando apenas conforme reajustes do salário mínimo.

Tempo de Contribuição

Para entrar com processo de aposentadoria, os microempreendedores deverão atingir a idade mínima indicada pela Nova Previdência. Neste caso seriam 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres, tendo em vista 20 anos, pelo menos, de contribuição. Se não existir outra contribuição do MEI, o valor de aposentadoria, mensal, será equivalente a um salário mínimo.

Pensão por morte

De acordo com a Nova Previdência, o beneficiário teria assegurado a pensão por morte com o pagamento previsto em 50% da aposentadoria do segurado mais 10% por dependente, mas com um limite de até 100%. O valor referente ao dependente que não tem mais direito à pensão não poderá ser revertido a outros dependentes. Outro detalhe é que há um restrição no que diz respeito a acumulo de pensão deixado pelo cônjuge.

Pensão por invalidez

No caso de pensão por invalidez, fica definido que o mesmo só terá direito ao valor integral caso o motivo para aposentadoria seja por acidente de trabalho ou doença causada por ele.

Com BMCont

Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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