Imagem por @user2740265 / freepik
O Pix completou seis meses de operação e, em pouco tempo, se tornou uma das principais formas de pagamento utilizadas pelos brasileiros.
Dados do Banco Central confirmam esse crescimento, pois, desde o seu lançamento 45% da população já usou o Pix em algum momento.
As transações realizadas pelo Pix foram responsáveis pela movimentação de mais de R$ 1,109 trilhões. Mas diante de toda a praticidade em transferir dinheiro, o Pix também se tornou alvo de criminosos que estão aproveitando a facilidade para aplicar golpes.
Diante disso, o Banco Central e outros parceiros realizaram campanhas para conscientizar a população. Para que você conheça as principais situações que possam ser consideradas como golpes e saiba como evitar, reunimos neste artigo algumas dicas. Então, boa leitura!
O novo sistema não serve apenas para fazer transferências rápidas, mas também podem ser pagos boletos bancários, contas de luz e também para compras no comércio.
Recentemente, os pagamentos de tributos federais também passaram a ser aceitos através do Pix, assim, foi incluído o QR Code nas seguintes guias: DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais); Documento de Arrecadação do eSocial (DAE); Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), para facilitar o pagamento pelos contribuintes.
Para que a população fique ciente sobre os golpes envolvendo o Pix, o Banco Central também disponibilizou em seu site algumas perguntas e respostas.
A iniciativa pretende alertar para situações que envolvam o nome do Banco Central e de instituições financeiras. Para se proteger, conheça as principais modalidades de golpe no mercado:
Diante disso, a orientação é de que caso você receba uma comunicação em nome do Banco Central e tenha dúvidas sobre a sua veracidade, faça a confirmação por meio dos seguintes canais de atendimento: telefone 145 ou Fale Conosco.
Caso você tenha sido vítima de um golpe através do Pix, o Banco Central orienta que seja feita uma ocorrência na Polícia, que poderá investigar o golpe.
Depois, faça o registro de uma reclamação no banco no qual o golpista tem conta. Para isso, informe os seguintes dados da conta que recebeu o dinheiro:
Todos os dados podem ser conferidos por meio do comprovante da transação. Diante disso, será possível evitar outros golpes. Também é possível acionar o Procon de sua cidade para informar o ocorrido.
Pensando em oferecer melhorias aos usuários do Pix, o Banco Central está estudando a implementação da leitura facial para os pagamentos, além do uso offline e pagamentos por aproximação.
Além disso, a partir de junho também será liberado o saque de dinheiro pelo Pix. Desta forma, o cliente poderá enviar um Pix ao comerciante que poderá devolver a quantia total em dinheiro.
Segundo o Banco Central, a disponibilização de novos serviços têm como objetivo otimizar as transações bancárias, oferecendo segurança e novas ferramentas aos comerciantes que também podem economizar em suas movimentações financeiras.
Por Samara Arruda com informações do Banco Central
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