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Bolsonaro, PL e Braga Neto recorrem ao STF para invalidar ações no TSE

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e o partido Liberal recorreram ao Supremo Tribunal Federal para invalidar ações que correm no TSE com relação à reunião do ex-presidente com os embaixadores no Palácio da Alvorada.
A defesa do ex-presidente Jair bolsonaro e do candidato a vice nas eleições de 2022
Braga Neto, também solicitou que a decisão de incluir a minuta do golpe em uma investigação contra eles no TSE fosse revista.
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Reunião com embaixadores
Os advogados estão alegando que essa reunião de Jair Bolsonaro, ex-presidente da república, aconteceu ainda na condição de chefe de estado, na tentativa de reduzir as dúvidas em relação às urnas eletrônicas e de responder aos questionamentos até mesmo sobre a área internacional sobre os embaixadores que estavam naquela reunião.
A reunião então aconteceu na residência oficial, no Alvorada, onde vários embaixadores foram convidados, durante a reunião diversas imagens foram compartilhadas e também informações com relação às urnas eletrônicas.
Caso o pedido seja atendido, afastaria a condição de Jair Bolsonaro ficar inelegível. Vale lembrar que essa reunião gerou aplicação de uma multa no valor de 25 mil reais, a justiça eleitoral entendeu que era uma campanha antecipada.
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Minuta golpista
O corregedor geral eleitoral Ministro Benedito Gonçalves, negou nesta terça-feira, o pedido da Defesa do ex-presidente Jair bolsonaro e do candidato a vice nas eleições de 2022
Braga Neto para rever a decisão de incluir a minuta do golpe em uma investigação contra eles no TSE.
O documento foi encontrado na casa do ex-ministro Anderson Torres, e previa instaurar estado de defesa na corte e mudar o resultado das eleições de 2022.
A inclusão atendeu a um pedido do PDT, em uma das ações em que Bolsonaro é acusado de abuso do poder político durante a reunião com os embaixadores quando fez ataques sem provas ao sistema eleitoral brasileiro.
A defesa de Bolsonaro e Braga Neto argumenta que a minuta se trata do documento apócrifo, ou seja, clandestino, e ressalta que o material não foi encontrado com Bolsonaro e com Braga Neto.
Além disso sustentaram que não existem elementos que apontem que os dois participaram, colaboraram ou elaboraram o documento.
Ao negar o pedido, o corregedor disse que o documento tem conexão com a investigação, e negou que nesse momento o processo não seria mais possível apresentar provas novas, como alegou o ministro.
O corregedor afirmou ainda, que um clima de articulação golpista ainda Ronda as eleições 2022
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