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Caixa libera saque do FGTS para contas inativas investidas em ações

Contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) que tiveram parte dos recursos investida em ações da Vale e da Petrobras também poderão ter o dinheiro sacado. A informação foi dada pela Caixa, que ainda não informou o montante que poderá ser retirado com a nova regra.

Segundo a Caixa, esse benefício será dado a todos os trabalhadores com contas inativas que usaram no passado parte do fundo para investir nas ações das duas companhias através dos Fundos Mútuos de Privatização. O que determinará o direito de saque é se a conta de origem desses recursos está ou não inativa, explica o banco. Se não houver movimentação de depósito do empregador, o saque será liberado junto com os demais recursos da conta de origem.

A Caixa ainda não tem o dado consolidado sobre o montante das contas inativas aplicado em ações da Vale e Petrobras. Os dados da indústria de fundos disponíveis no terminal Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostram que atualmente há 74 carteiras que administram recursos do FGTS em ações da Vale e Petrobras. Juntos, esses fundos têm R$ 3,93 bilhões.

Vale lembrar, no entanto, que esse é o patrimônio total das carteiras e não é possível distinguir quais cotas têm origem em contas ativas ou inativas. Portanto, o valor não se refere à posição potencial que poderia ser desmontada caso os cotistas decidam pelo saque.

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Quando o saque for liberado, o cotista deverá procurar a instituição financeira responsável pela gestão da carteira e não necessariamente a Caixa para pedir os recursos. Os fundos de privatização foram abertos por diversas instituições financeiras públicas e privadas. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), há mais de 20 instituições financeiras que administram fundos com recursos do FGTS.

Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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