Conheça 7 tipos de investimentos que podem substituir a poupança

Atualmente, temos muitos investidores que aplicam seu dinheiro somente na poupança, porém é importante que eles saibam que existem outras opções de renda fixa, como o Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, CRI, CRA e Debêntures. Há três separações para esses títulos: pré e pós fixados, além do indexado à inflação.

Apesar de todas as siglas terem particularidades e especificidades, todos têm uma característica em comum: ao comprar algum desses títulos, o comprador emprestará seu dinheiro para o emissor, para receber no futuro o valor investido no qual será acrescentado os juros.

Vale ressaltar que os emissores variam entre os tipos de investimentos na renda fixa, que podem ter ou não o FGC, chamado de Fundo Garantidor de Crédito, que serve para proteger o capital. Abaixo, identifico cada um deles:

  • Tesouro Direto: o emissor é o Governo, sem o FGC
  • CDB, LCI e LCA: os bancos são os emissores e contam com o FGC. O LCI e LCA são isentas de Imposto de Renda.
  • CRI, CRA e Debêntures: têm como emissor as empresas privadas, não possuem o Fundo Garantidor de Crédito e são isentas de IR.

As isenções do Imposto de Renda são válidas apenas para pessoas físicas.

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO
Você está perdendo conteúdos exclusivos
Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.
R$4,90
Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês
LIBERAR MEU ACESSO AGORA
✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

Além disso, é importante salientar que as opções de investimentos em renda fixa estimulam o desenvolvimento em diferentes segmentos, são eles:

  • Os títulos LCI e CRI, fomentam a indústria imobiliária;
  • Os títulos LCA e CRA, fomentam a indústria do agronegócio;
  • As Debêntures fomentam o setor de infraestrutura, como saneamento básico, rodovias, entre outros.

Rentabilidade no curto, médio e longo prazo

Antes de investir é essencial definir as estratégias referente as aplicações, pois cada tipo de investimento tem um objetivo.

No caso de compor uma reserva de emergência, deve-se priorizar a liquidez e segurança, preferencialmente buscar por um ativo pós-fixado com liquidez diária.

Já se o objetivo é uma rentabilidade a longo prazo, é preciso priorizar a qualidade do emissor e a taxa.

Agora, se falarmos de 10, 20 ou 30 anos na espera do retorno do dinheiro aplicado, é possível buscar algo atrelado a inflação e a taxa de juros inclusa.

Poupança

Ainda há uma preferência muito grande pela poupança, no caso da renda fixa, pois ela traz a sensação de segurança, principalmente para os investidores que não possuem conhecimento suficiente referente ao mercado financeiro.

Porém, existem outras opções de investimentos tão ou mais seguros que a poupança, com a mesma liquidez, mas com um retorno maior.

A rentabilidade da poupança é menor que a taxa básica de juros, a SELIC, ela é responsável por nortear todos os investimentos em renda fixa, além de ser a taxa mais importante do mercado brasileiro.

Outro fator que vale frisar para repensar no investimento na poupança é que ela está rendendo menos que a inflação. Isso significa que o dinheiro aplicado não está acompanhando o aumento dos preços dos produtos.

A poupança é um excelente instrumento para os bancos porque tem um custo muito baixo, já que remunera muito pouco o investidor.

Diferença de investimentos pré e pós-fixados

Os títulos pré-fixados tem uma taxa de retorno pré-definida, ou seja, o investidor saberá exatamente quando ele terá no final do prazo do investimento.

Já os pós-fixados caminham junto com o percentual da SELIC, representada pelo CDI. Para ilustrar esse cenário pense na seguinte situação: um título paga 100% do CDI por três anos, se o CDI em um ano for 5%, o investimento irá render 5% no primeiro ano.

Agora, se a SELIC aumentar para 8% no segundo ano, o investimento vai acompanhar esse crescimento e passa a render 8%, e assim por diante.

Portanto, em um cenário de expectativas de alta na taxa de juros, o ideal é comprar um investimento pós-fixado, pois há possibilidade de se beneficiar dessa alta.

Caso a expectativa for de queda, o ideal é seguir pelos títulos pré-fixados e garantir uma taxa de retorno.

Planejamento financeiro

O ponto mais importante é traçar um planejamento, junto a um assessor de investimento, se possível.

Nesse plano serão inseridos pontos relevantes para atingir o objetivo do investidor, como onde e ele quer chegar.  

Por Guilherme Ammirabile é assessor de investimentos da iHUB Investimentos

Esther Vasconcelos

Postagens recentes

Comitê da NFS-e prorroga prazo de adequação e publica novos ajustes no DANFSE

Contribuintes ganham prazo para se adaptarem às novas regras do documento fiscal eletrônico.

14 horas atrás

Banco Central abre nova rodada de saques de R$ 6,2 bilhões esquecidos

Governo alerta para golpes e reforça que consulta e resgaste são gratuitos e feitos apenas…

15 horas atrás

O Raio-X do Fisco: Quanto o Campeão da Copa do Mundo vai deixar em impostos?

Para além das medalhas e da icônica taça, o título da Copa do Mundo de…

15 horas atrás

Saiba como a taxa mensal do MEI garante certos benefícios do INSS

Com investimento baixo, microempreendedor individual tem acesso à rede de proteção social do governo.

16 horas atrás

Câmara cria política nacional para impulsionar negócios liderados por mulheres

Proposta “Mulheres em Movimento” prevê incentivo financeiro para começar do zero

17 horas atrás

Senado aprova aposentadoria com idade mínima para agentes de saúde

Mulheres poderão se aposentar aos 57 anos e homens aos 60 após 25 anos de…

20 horas atrás