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Entenda quais são as 3 coisas que os seus funcionários mais querem

Se engana quem pensa que dinheiro é uma das coisas que os funcionários mais querem para se manter em uma empresa. Obviamente, honrar os seus compromissos e pagar salários compatíveis com as demais companhias do mercado é o mínimo que se espera, mas esses não são os únicos itens a serem observados caso você queira reter os principais talentos na sua corporação.

Em muitas circunstâncias, pelo menos outros três fatores podem ser levantados como decisivos pelos empregados e você precisa saber quais são eles. Conhecer os anseios dos seus colaboradores é o primeiro passo para criar um ambiente em que todos se sintam a vontade para perseguir novos desafios e para que possam fazer a diferença no dia a dia.

Aqui, listamos 3 coisas que a nova geração de funcionários espera que a sua empresa ofereça, de acordo com um estudo publicado pela Harvard Business Review. Será que a sua companhia está no caminho certo para oferecer tudo isso?

1. Oportunidade de crescimento na carreira

O mundo globalizado e competitivo funciona como uma faca de dois gumes para as empresas. Se por um lado isso abre muitas portas para que elas busquem matéria-prima em locais com preços mais acessíveis, reduzindo os custos de produção, por outro lado mais empresas entram no mercado em condições de igualdade, o que faz com que a disputa por funcionários em certas áreas seja bastante acirrada.

Embora um dos reflexos seja diretamente o aumento na média dos salários, há um limite para isso. A partir de um certo ponto, não é mais o dinheiro que faz a diferença – uma vez que todos podem pagar a mesma quantia e pagar mais não faria sentido. É nessa hora que os funcionários começam a observar itens como as oportunidades de carreira.

Empresas que criam estruturas que permitam o crescimento profissional dos funcionários, com suporte a cursos superiores, pós-graduação, intercâmbio internacional ou ainda oportunidades de progredir para cargos maiores levam vantagem. Para muitos, esse fator é decisivo na hora de escolher um novo local de trabalho.

2. Envolvimento da empresa com a comunidade

O que antes era uma percepção apenas dos consumidores, hoje passou a ser também um pré-requisito para os empregados. A sua empresa é apenas mais uma no mercado ou ela realmente faz a diferença na comunidade na qual está inserida? Se o perfil da sua companhia se encaixa na primeira opção, é bom ligar um sinal de alerta.

A pesquisa divulgada pela Harvard Business Review mostra que as companhias que procuram se envolver com o meio no qual estão inseridas têm a preferência por parte dos jovens na hora que eles vão fazer a escolha. Isso significa que você não deve ser alheio ao que ocorre à sua volta. Muitas vezes, isso pode requerer posicionamentos políticos e sociais imediatos, a fim de reforçar a imagem da sua companhia perante o mercado.

3. Sua empresa deve lutar por uma causa

Ninguém discorda que o objetivo de uma empresa é obter lucro ao final de um período. Entretanto, tudo aquilo que fazemos na vida deve ter um propósito – e no caso das empresas, a esse propósito damos o nome de causa. Qual é a causa pela qual a sua empresa está disposta a lutar?

As opções são muitas e todas elas têm o seu devido valor. Direitos humanos, igualdade social, meio ambiente, a escolha fica a seu critério. Porém, é preciso escolher uma opção e lutar por ela, realmente acreditando que a sua maneira de fazer negócios pode influenciar, de alguma forma, para tornar o mundo um lugar melhor.

Seus funcionários – e seus futuros colaboradores – estão de olho nisso. Se houver identificação com o propósito pelo qual você luta, certamente a sua companhia terá preferência na escolha. Note que não adianta apenas externar isso em forma de discurso, é preciso colocar a mão na massa, com ações concretas e um posicionamento bastante claro e objetivo.

Via Sage

Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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