Categorias: ImóveisNews Yahoo

Fundos Imobiliários: Entenda como são as aplicações no setor de imóveis

Em um cenário com a taxa básica de juros baixa e com os investidores buscando outras aplicações financeiras, os fundos de investimento imobiliários são uma alternativa para investir em imóveis e outros ativos relacionados ao mercado imobiliário.

Nesse modelo de investimento, o aplicador adquire através das cotas algumas partes de imóveis como shopping centers, hospitais, instituições de ensino, entre outros.

Para investir nos fundos de investimento imobiliários, o investidor precisa entender que as cotas dos fundos são negociadas em Bolsa de Valores e sua valorização está diretamente relacionada a taxa de ocupação dos imóveis, no caso de recebíveis de fundos o risco de crédito dos emissores dos títulos. 

Além disso, cada fundo possui custos como a taxa de administração, taxa de corretagem e em alguns casos o recolhimento do imposto de renda, como ocorre nos investimentos em ações.

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO
Você está perdendo conteúdos exclusivos
Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.
R$4,90
Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês
LIBERAR MEU ACESSO AGORA
✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

De acordo com o assessor de investimentos, Ricardo Czapski, da WFlow – escritório Private especializado em Assessoria Financeira e Patrimonial credenciado à XP Investimentos, investir em um fundo imobiliário pode ser uma opção melhor do que adquirir um imóvel.

“Nesse investimento o aplicador consegue diversificar em uma série de imóveis, se tornando sócio de empreendimentos de setores diversos, por exemplo. É uma alternativa de investimento além das ações, pois a volatilidade tende a ser menor e também há a possibilidade de distribuição dos dividendos”, afirma Ricardo.

É importante o investidor que pretende aplicar em fundos de investimento imobiliários, avaliar e fazer algumas observações sobre o cenário macroeconômico e microeconômico, gestora que administra o fundo, analisar o portfólio com a localização e contrato dos imóveis, além da rentabilidade e risco.

“Como esse investimento é administrado por um gestor profissional, o ideal é que o investidor busque informações sobre a liquidez do fundo, sobre quais imóveis são o objeto alvo do fundo, faça a escolha respeitando o seu perfil de risco e tenha objetivos a longo prazo.

É importante ressaltar que caso o imóvel tenha algum impacto ou desvalorização, isso poderá causar reflexos no fundo”, finaliza Ricardo Czapski.

Por Ricardo Czapski.

Esther Vasconcelos

Postagens recentes

Receita publica editais com novos prazos para negociação de dívidas tributárias

Editais oferecem descontos e parcelamentos para débitos em contencioso administrativo. As adesões vão até 30…

8 minutos atrás

Publicada a versão 6.1.0 do programa EFD ICMS IPI

Essa obrigação acessória busca promover a integração dos fiscos federal, estaduais e do Distrito Federal

14 minutos atrás

Comitê da NFS-e prorroga prazo de adequação e publica novos ajustes no DANFSE

Contribuintes ganham prazo para se adaptarem às novas regras do documento fiscal eletrônico.

16 horas atrás

Banco Central abre nova rodada de saques de R$ 6,2 bilhões esquecidos

Governo alerta para golpes e reforça que consulta e resgaste são gratuitos e feitos apenas…

17 horas atrás

O Raio-X do Fisco: Quanto o Campeão da Copa do Mundo vai deixar em impostos?

Para além das medalhas e da icônica taça, o título da Copa do Mundo de…

18 horas atrás

Saiba como a taxa mensal do MEI garante certos benefícios do INSS

Com investimento baixo, microempreendedor individual tem acesso à rede de proteção social do governo.

19 horas atrás