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Abrir um negócio não é uma atividade simples. Os sacrifícios são mais penosos do que se pode imaginar. A frustração é grande quando as coisas não saem como o planejado e não é fácil ver as dívidas crescendo cada dia mais. Nessa hora bate o desespero porque os sonhos se transformaram no pior dos pesadelos. E o empreendedor, preocupado com o negócio, com os empregos, com a tão almejada liberdade financeira, percebe que está sem rumo e sem planos.
“A pessoa precisa se perguntar ‘por quê’. Por que decidiu abrir a empresa, o que não está dando certo, por que isso é importante? Essas perguntas ajudam a achar novamente o rumo e retomar a jornada antes de desistir”, aconselha Tathiane Deândhela, que é palestrante internacional e especialista em produtividade, marketing, negociação e liderança com formação em universidades como FGV, Harvard, Atlanta e Ohio.
Segundo Deândhela, nunca é tarde para recomeçar. “Por pior que esteja a situação agora, há sim uma luz no fim do túnel”, afirma. A especialista ensina a ter sempre um plano B para o negócio e é possível realinhar a direção no meio da jornada. Veja os quatro passos aconselhados por ela.
Tathiane Deândhela é palestrante internacional e especialista em produtividade, marketing, negociação e liderança com formação em universidades como FGV, Harvard, Atlanta e Ohio. Como especialista em Produtividade escreveu o best-seller: “Faça o tempo trabalhar para você”, que já está na 5ª edição e em breve lança “Faça o tempo enriquecer você”.
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