Com a chegada do novo ano, especialmente para os pequenos e médios empreendedores (PMEs), o período precisa ser de planejamento, tanto econômico como financeiro.
Dentre os diversos fatores que necessitam de avaliação, a margem de lucro deve receber destaque, isso porque essa ferramenta consegue estimar a lucratividade mensal da empresa e, sendo assim, garantir sua viabilidade a longo prazo.
Além disso, é por meio dessa análise que o empreendedor pode aumentar seus ganhos, controlar despesas, investir em novas ideias e até expandir seu negócio na totalidade.
Sabemos que, a fim de obter lucro e otimizar sua receita, o empreendedor precisa primeiro adequar a precificação de seus produtos.
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Veja abaixo duas avaliações principais para isso:
Isto é, entender como os concorrentes estão agindo. Aqui você precisa responder algumas perguntas como: quais os preços que eles estão praticando? Quem é o público-alvo? Qual o volume mensal de vendas?
Aqui é necessário entender, frente ao mercado, como está a competitividade do produto ofertado. Há grande procura para o consumo? Existem muitas empresas ofertando? É possível criar um diferencial competitivo? Essas questões impactam a decisão para o preço final.
Ficar por dentro das variáveis econômicas brasileiras também é importante, já que elas são fatores que impactam diretamente os produtos e serviços comercializados, como nos preços dos insumos para produção, no recolhimento dos impostos e até mesmo no apetite de compra dos consumidores, além das decisões das empresas quanto à evolução dos seus investimentos produtivos.
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De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, pensando em algumas dessas variáveis.
“Para 2024, acreditamos que o Banco Central continuará reduzindo a taxa de juros, pois a inflação já está praticamente alcançando suas metas. Com a redução da Selic as renegociações de dívidas ficarão mais viáveis, tendendo a impulsionar o mercado de crédito e, sendo assim, o consumo, fazendo a roda da economia girar”.
Outros fatores, como a taxa de câmbio, o PIB e as decisões políticas, também devem ser observados constantemente pelos empreendedores para a tomada de decisão.
Primeiro, a diferença entre a margem de lucro bruta e a líquida precisa ser considerada. Quando falamos da versão bruta, o cálculo considera apenas os gatos que envolvem a produção do item, além da receita.
No entanto, na visão líquida, é preciso inserir na conta despesas administrativas, como o IPTU ou o aluguel, salário dos funcionários, entre outros.
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Dessa forma, o indicado é que se conheça os dois cenários para entender, de fato, qual a melhor precificação para o seu produto, o custo em manter seu negócio ativo e os ganhos reais que ele proporcionará ao longo do tempo.
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