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Termina hoje, quarta-feira (1º de julho), o prazo limite para que os trabalhadores solicitem o resgate de valores esquecidos do antigo fundo PIS/Pasep e garantam a inclusão do pagamento no lote agendado para o dia 27 de julho.
O direito contempla profissionais com carteira assinada na iniciativa privada ou no serviço público entre os anos de 1971 e 1988 que ainda possuam saldos residuais.
Quem perder a janela de corte de hoje não perderá o dinheiro imediatamente, mas passará de forma automática para as rodadas subsequentes de liberação, que ocorrem mensalmente.
De acordo com o Ministério da Fazenda, o tíquete médio esquecido gira em torno de R$ 2,8 mil por pessoa, variando conforme o tempo de serviço e a faixa salarial da época.
A verificação prévia do saldo pode ser feita no portal Repis Cidadão ou diretamente pelo aplicativo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Na plataforma mobile, o usuário deve acessar o menu principal, selecionar “Mais” e clicar na aba “Ressarcimento PIS/Pasep”. Para concluir o pedido de transferência, o sistema exige autenticação unificada por meio da conta Gov.br (níveis bronze, prata ou ouro).
Para os cidadãos que preferirem o atendimento presencial ou encontrarem dificuldades nos canais digitais, o procedimento pode ser realizado em qualquer agência da instituição bancária federal operadora, mediante apresentação de documento oficial com foto.
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Caso o titular original das cotas já tenha falecido, os herdeiros legais ou sucessores reconhecidos possuem amparo jurídico para efetuar o resgate. No entanto, a retirada exige documentação específica, como a certidão de dependente habilitado à pensão por morte, autorização judicial ou a certidão PIS/Pasep emitida pela Previdência Social.
Após a validação do pedido, os recursos são creditados preferencialmente em contas correntes ou poupanças já existentes do beneficiário. Para os trabalhadores que não possuem vínculo com o banco oficial, é realizada a abertura automática de uma poupança social digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.
É importante ressaltar que essas cotas antigas funcionam de forma independente do abono salarial regular pago anualmente. Os recursos foram transferidos para o FGTS em 2020 e, posteriormente, migrados para o Tesouro Nacional em 2023, o que gerou o atual cronograma de reembolso.
Apesar da continuidade dos lotes mensais ao longo do segundo semestre, os beneficiários devem ficar atentos ao prazo final de extinção do direito. A legislação determina que o ressarcimento prescreverá integralmente em setembro de 2028.
Após essa data, os valores que não forem reclamados pelos titulares serão incorporados de forma definitiva ao orçamento da União.
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