Antes de março, ninguém poderia imaginar, que 2020 passaria por uma mudança tão grande, a ponto de mudar o dia a dia não de brasileiros somente mas, de todos que habitam o planeta.
A chegada do novo coronavírus, fez um estrago na economia mundial, e abalou as pessoas e fez com que hábitos mudassem. De repente nos vimos num isolamento social, sendo obrigados a ficarmos longe um dos outros pelo meno por 1,5 m.
Usar máscara, álcool em gel, lavar às mãos a toda hora, higiene normal mas, que teve que ultrapassar a barreira dessa normalidade.
Lojas, empresas, escolas, faculdades, tudo fechado, somente empresas com serviços essenciais abertas, motoboy levando a comida às nossas casas para não burlarmos o isolamento.
No começo pareceu legal ficar em casa, curtir todas as séries e assistir a todos os programas de TV. Só que a economia, começou a dar seu sinal de que estava sem folego. Obrigando a governos a pensar em que dar mais importância a economia ou a saúde.
60% dos brasileiros acreditam que a retomada econômica vai demorar muito, ou seja, somente no ano que vem.
O Brasil parece ter começado a promover a retomada das atividades produtivas, mas, a população ainda não está segura e parece que irá reduzir seus gastos.
A CNI (Confederação Nacional da Indústria), encomendou ao Instituto FSB Pesquisa, que revelou que 67% dos entrevistados acreditam que a recuperação econômica nem começou e 61% acreditam que somente no ano que vem teremos a nossa retomada econômica.
O isolamento social defendeu as pessoas contra a pandemia. Mas, causou perdas na economia, havendo uma queda de 53% para 47% em relação ao primeiro levantamento, em maio.
Mas, os números mostram que realmente estamos numa crise que teremos que enfrentar de frente, a população está dividida quanto ao retorno das atividades do comércio de rua, 49% aprovam e 47% desaprovam.
A maioria das pessoas são contra a reabertura de salão de beleza, bares, restaurantes, shoppings, escolas e universidades, também não querem que academias, e cinemas voltem a funcionar.
Na verdade a população está endividada, muitos querem e precisam voltar a trabalhar, precisam enfrentar o vírus de frente, porque sem dinheiro não vai dar para ficar.
Por Jorge Roberto Wrigt Cunha – Jornal Contábil
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