Secretário da Atenção Primária defende o retorno do Mais Médicos

Segundo o secretário da Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Nésio Fernandes, o retorno do mais médicos é urgente. Com isso o país voltará a abrir vagas para médicos estrangeiros participarem do Mais Médicos.

O Mais Médicos foi um programa criado no governo de Dilma Rousseff, em 2013, porém foi extinto por Bolsonaro em seu governo. De acordo com o secretário trazer o programa de volta é necessário para colocar mais médicos em todos os municípios brasileiros em um curto período de tempo.

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Programa Mais Médicos

O programa Mais Médicos (PMM) foi criado em 2013, o programa foi criado para agregar as ações e iniciativas do governo federal para o fortalecimento da Atenção Primária do País.

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A atenção primária é a porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), o sistema está presente em todos os municípios para atender toda comunidade brasileira.

Um dos principais intuitos do programa é levar médicos para as regiões com maior escassez ou ausência desses profissionais, fortalecer a prestação de serviços, aprimorar a formação médica no País e ampliar a inserção do médico em formação nas unidades de atendimento do SUS.

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Médicos pelo Brasil + Programa Mais Médicos

De acordo com Nésio, é possível adotar uma estratégia única unificando o Médicos pelo Brasil, programa criado por Bolsonaro e o programa Mais Médicos.

Ao criar o programa Médicos pelo Brasil, em 2018, os médicos Cubanos que trabalhavam no programa Mais Médicos tiveram que voltar para seu país no total foram mais de 8.000. Porém até hoje, essas vagas, antes preenchidas pelos médicos cubanos ainda não foram preenchidas.

A principio as vagas serão oferecidas, para médicos brasileiros com registro nos conselhos regionais e também para médicos brasileiros que são formados no exterior, desta forma as vagas que sobrarem serão abertas para médicos estrangeiros.

Isso se faz necessário pois cerca de 300 municípios não possuem médicos em unidades de saúde da família há mais de um ano e quase 800 não conseguem manter os médicos trabalhando.

Esther Vasconcelos

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