Atualmente, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa a tese jurídica que está amplamente conhecida como a Revisão do FGTS. Em suma, a ação alega a inconstitucionalidade da TR (Taxa Referencial), hoje utilizada para aplicar a correção monetária dos valores depositados no fundo.
A TR foi implementada em 1999, e desde então vem trazendo prejuízos aos trabalhadores, visto que o referencial de reajuste simplesmente não acompanha o avanço da inflação. Isto quer dizer, que há bastante tempo o saldo do FGTS não vem sendo corrigido devidamente, desembocando em perdas financeiras aos brasileiros que atuam sob o regime do fundo.
Sendo assim, a ideia da revisão é repor os valores que não passaram pelo reajuste nos últimos 23 anos, além de substituir a TR por um índice que acompanha o acúmulo inflacionário. Bons exemplos de referenciais que podem tomar o lugar da atual taxa de correção são o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), e o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
Vale ressaltar que o trabalhador que atuou sob o regime do FGTS, em algum momento entre 1999 e os dias atuais, pode se beneficiar da ação. Contudo, é preciso analisar com cautela os extratos de fundo, a fim de saber se a revisão é algo vantajoso ou não.
Em suma, como se trata de uma ação judicial, podem haver alguns custos envolvendo o processo, logo, o ideal é ter a garantia de que haverá um bom retorno, mediante a uma decisão favorável do supremo. Nesta linha, os ganhos provenientes da revisão podem variar, conforme o volume de saques, valor do salário recebido, entre outros fatores de importância.
Ainda sim, é válido ressaltar que milhares de brasileiros podem conseguir um retorno relevante, caso a TR seja considerada inconstitucional. Conforme a LOIT FGTS, empresa que calcula os possíveis ganhos da ação, cada trabalhador teria direito a, em média, R$ 10 mil, podendo inclusive variar para cima.
Segundo dados recém divulgados, cerca de 100 milhões de pessoas teriam direito ao pagamento. A LOIT chega a citar um caso, de um trabalhador com direito a R$ 72.720 (teto dos ganhos permitido para revisão). Vale lembrar que o STF ainda não deu uma decisão sobre o tema, tampouco programou uma data oficial para o julgamento.
A espera de uma decisão positiva do STF para os trabalhadores, é importante saber quando os recursos depositados no FGTS poderão ser movimentados. De modo breve, a legislação que institui o fundo, estabelece algumas situações específicas em que o dinheiro poderá ser retirado, esse é o caso, por exemplo, de uma demissão sem justa causa.
Para falar sobre as possibilidades de saque do FGTS, é importante citarmos duas oportunidades, hoje disponíveis ao trabalhador. São modalidades que não as tradicionais, que abarcam situações mais restritas, e ambas possuem um caráter opcional. Conheça quais são:
Confira também outras 15 maneiras de efetuar o saque do FGTS. No caso, as situações listadas abaixo, tratam das modalidades mais tradicionais previstas na lei.
Contribuintes ganham prazo para se adaptarem às novas regras do documento fiscal eletrônico.
Governo alerta para golpes e reforça que consulta e resgaste são gratuitos e feitos apenas…
Para além das medalhas e da icônica taça, o título da Copa do Mundo de…
Com investimento baixo, microempreendedor individual tem acesso à rede de proteção social do governo.
Proposta “Mulheres em Movimento” prevê incentivo financeiro para começar do zero
Mulheres poderão se aposentar aos 57 anos e homens aos 60 após 25 anos de…