Transportadores: fim da Versão 3.00 do CT-e em janeiro de 2024

A Coordenação Técnica do ENCAT reforça a informação a todos Transportadores e Embarcadores que a versão 3.00 do CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico) será extinta e perderá vigência na data de 31 de Janeiro de 2024, em caráter irrevogável. 

A partir desta data, os sistemas de emissão de CTe e os sistemas dos embarcadores devem já ter migrado para a versão 4.00, preferencialmente até dia 15 de dezembro de 2023, visando evitar dificuldades de última hora.

A versão 4.00 traz inúmeros benefícios operacionais para o sistema de emissão de CTe, com novas funcionalidades e simplificação para os transportadores. 

Para os sistemas de embarcadores, a integração com a versão 4.00 não traz nenhuma dificuldade, considerando o layout do documento fiscal e seus campos.

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leia também: Aprovado Manual De Orientações Do Contribuinte Do CT-E

O que é o CTe?

CTe significa Conhecimento de Transporte eletrônico. Trata-se de um documento que existe com o objetivo de registrar, para fins fiscais, as prestações de serviço do transporte de cargas realizadas no Brasil.

Por ser um documento eletrônico, isso significa que toda a sua existência é digital, ou seja, sua emissão e armazenamento ocorrem apenas por meios eletrônicos.

O CTe é obrigatório sempre que acontecer uma prestação de serviço de transporte de cargas entre municípios ou entre estados da federação. Sua emissão é necessária e obrigatória para serviços de transporte em qualquer um dos modais: rodoviário, aéreo, ferroviário, aquaviário ou dutoviário.

Leia também: CT-E: Anulação Ou Substituição? Quais As Diferenças E Prazos?

O que é preciso para emitir o CT- e?

Resumidamente, o emitente precisa seguir os passos abaixo para emitir o Conhecimento de Transporte:

1. Estar credenciado à SEFAZ (Secretaria da Fazenda) do Estado onde o emitente encontra-se estabelecido;

2. Ter certificado digital a partir de uma Autoridade Certificadora que esteja credenciada ao ICP-Brasil;

3. Possuir acesso à internet;

4. Obter um sistema emissor de CTe;

5. Verificar se o sistema emissor está homologado em todas as SEFAZ onde deseja emitir o documento;

6. Receber autorização da SEFAZ que valida o Conhecimento, após o emitente solicitar emissão no sistema.

Ana Luzia Rodrigues

Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.

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