Veja como será o retorno às aulas do ensino infantil nas capitais brasileiras

Para o segundo semestre de 2021, as escolas das redes municipais irão apresentar algumas alterações no seu modelo de aulas. Em resumo, a maioria optou por um modelo híbrido, em que os alunos terão aulas remotas e presenciais. 

Neste sentido, algumas capitais irão optar pelo retorno majoritariamente presencial, de modo que a maioria do calendário os estudantes terão que se dirigir à escola, é o caso das cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Cabe salientar, que ambas as capitais já haviam optado pelo formato híbrido no primeiro semestre deste ano. 

Já cidades cujas escolas municipais escolheram pelo ensino 100% remoto nos primeiros seis meses do ano, terão aulas híbridas no segundo semestre, são elas: 

  • Aracaju;
  • Belém;
  • Brasília;
  • Campo Grande;
  • Curitiba,
  • Fortaleza,
  • Goiânia,
  • Macapá,
  • Maceió,
  • Natal,
  • Palmas,
  • Recife,
  • Salvador,
  • São Luís
  • Vitória

Cabe salientar que a capital do Mato Grosso, Cuiabá, está incluída neste grupo, todavia, o formato híbrido só será adotado a partir de outubro. 

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Ademais, existe um grupo de capitais cujo ensino não irá se alterar no segundo semestre, dado que já estavam adotando o formato de aulas híbridas. Confira quais são: 

  • Florianópolis;
  • Manaus;
  • Rio Branco;
  • São Paulo.
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Capitais que não terão o formato híbrido

Algumas cidades irão se diferenciar das demais nessa questão, é o caso das capitais do Rio Grande do Sul e de Roraima. 

No que diz respeito à capital gaúcha, Porto Alegre, a qual adotava o formato híbrido no primeiro semestre, as aulas do ensino infantil retornarão 100% presenciais. Já no caso da cidade de Boa Vista, permanece o ensino totalmente remoto adotado no primeiro semestre. 

Capitais que ainda não se pronunciaram

Vale ressaltar que ainda há três capitais que ainda debatem a respeito de qual será o modelo adotado para ensino infantil neste semestre, de modo que ainda não determinaram a data de retomada e nem o formato em que será aplicado às aulas. Este é o caso das cidades de João Pessoa, Porto Velho e Teresina.  

O que muda para escolas da iniciativa privada?

Previamente, é preciso entender que naturalmente os alunos integrantes de escolas particulares são menos prejudicados pelas atuais condições de ensino do país. Conforme Olavo Nogueira Filho, da organização Todos pela Educação, os impactos em decorrência da pandemia, só poderão, de fato, serem vistos mediante o retorno das crianças às aulas, no entanto, eles serão mais sentidos pelos alunos pertencentes às classes mais baixas, em que grande parcela é preta e parda.  

No que diz respeito ao formato para o segundo semestre em escolas privadas, até o momento nenhuma instituição determinou o moledo 100% remoto. Cabe salientar, que àquelas que escolherem por aulas majoritariamente presenciais, também deverão fornecer aulas à distância. 

Assim sendo, em sua grande maioria, as aulas em instituições privadas deverão obedecer ao formato híbrido. 

Lucas Machado

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