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A aposentadoria do INSS terá novo valor em 2021, isso depois que o Governo Federal divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) que teve um crescimento de 2,35% para 4,1%, isso devido a alta de preços dos alimentos, o que fez o salário mínimo passar de R$ 1.045 para R$ 1.087 em 2021.
O percentual é utilizado para reajustar o piso nacional, que também mexerá no valor de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Entre eles, aposentadorias, pensões, auxílio-doença, entre outros.
Se esta nova projeção do INPC for confirmada, irá mudar o valor do teto do INSS que poderá passar de R$ 6.101,06 em 2020, para R$ 6.351,20, para 2021.
O teto garante um limite de gastos da previdência, para manter o equilíbrio das contas do Instituto Nacional do Seguro Social.
Na verdade, o salário mínimo só terá um aumento de R$ 42,85, o que mostra que o créscimo não terá ganhos reais. Isso porque, o reajuste foi feito apenas com base nas projeções da inflação deste ano. O que manterá apenas o poder de compra do consumidor.
De 2007 até 2019, a correção do salário mínimo tinha como base a lei 13.152, que previa o reajuste do valor com base no Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores e pela variação da inflação.
O que fazia o salário aumentar sempre que acontecesse um crescimento econômico.
No entanto, em 2019, o governo acabou com essa política de reajuste real do salário mínimo. Atualmente, o piso nacional se limita a seguir a determinação da Constituição, que defende a preservação do poder aquisitivo do trabalhador.
Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil
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