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Auxílio-doença 2020: Saiba quais são as 14 doenças que estão isentas de carência

As pessoas quando vão se aposentar se deparam com uma exigência que as vezes impede que a aposentadoria aconteça. Estamos falando da famosa carência, que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) exige que seja cumprido para conseguir o auxílio-doença e a aposentadoria. A autarquia exige a contribuição de 12 meses para se obter a carência.

Quando o segurado não cumpre o exigido, terá o seu benefício negado. Existem 14 doenças que estão livres da exigência de contribuição. Saiba quais a seguir:

Muitas pessoas não sabem que algumas doenças graves estão isenta da exigência de cumprir carência por um período mínimo de tempo no INSS. A carência de 12 meses de contribuição para o segurado conseguir o benefício, precisa ser cumprido rigorosamente, ou seja, ele deve pagar religiosamente em dia a sua contribuição.

Como a crência é o número mínimo de meses pagos ao INSS para que você, ou em alguns casos o seu dependente, possa ter direito de receber um benefício.

Como ter esse direito?

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O INSS orienta que nos casos em que o pedido de benefício em função de um acidente de qualquer natureza (seja também no trabalho) e se for acometido por uma das 14 doenças depois de se filiar ao INSS, será de seu direito ter o benefício.

Fique Ligado: se você portar uma das 14 doenças e não for filiado ao INSS, não poderá ter a filiação.

14 doenças listadas pelo INSS que isentam de carência:

  1. Tuberculose ativa
  2. Hanseníase
  3. Alienação mental
  4. Câncer (Neoplasia maligna)
  5. Cegueira
  6. Paralisia irreversível e incapacitante
  7. Cardiopatia grave
  8. Doença de Parkinson
  9. Espondiloartrose anquilosante
  10. Nefropatia grave
  1. Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante)
  2. Síndrome da deficiência imunológica adquirida (AIDS)
  3. Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada
  4. Hepatopatia grave

Caso você tenha dúvidas e precise de uma informação mais específica, entre em contato com o INSS através da centra telefônica 135.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil

Jorge Roberto Wrigt

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