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Segunda a Caixa Econômica Federal (CEF), 3,5 milhões de pessoas receberam a primeira parcela do Auxílio Emergencial e não usaram. Em compensação, o banco já pagou a 50,5 milhões de brasileiros, a primeira parcela do auxílio de R$ 600.
No final de semana, a CEF revelou que cerca de 3,5 milhões de brasileiros receberam a primeira parcela do Auxílio Emergencial de R$ 600 e ainda não movimentaram o dinheiro de suas respectivas contas.
Entretanto, todos os olhares estão voltados para a segunda parcela do Auxílio Emergencial. A Caixa está esperando uma decisão do governo para colocar em prática o cronograma de pagamento da segunda parcela.
O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse que será o presidente Jair Bolsonaro que irá anunciar quando começará o pagamento da segunda parcela do auxílio. Existe uma expectativa, que o anúncio seja feito ainda nesta semana.
Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal, revelou que o pagamento da segunda parcela de R$ 600 do Auxílio Emergencial será “mais eficiente””.
“O segundo lote será feito de maneira muito mais eficiente, porque já temos a base das pessoas que receberão [os pagamentos]. Uma parte relevante do que a gente estava pagando eram pessoas que a gente ia montando dentro da base de dados. E, para não esperar um mês para começar a pagar, fomos pagando as pessoas sendo analisadas”, informou.
Guimarães ainda disse que existe a possibilidade de que o pagamento da segunda parcela de R$ 600 (cujo o calendário pode ser anunciado a qualquer momento) seja feito de maneira diferente, por ter uma demanda muito grande, não acabe sendo um obstáculo para a população.
“Na segunda parcela, poderemos pagar de maneira diferente. Estamos discutindo com o Ministério da Cidadania, mas uma maneira onde já temos a base de dados. E a grande maioria das pessoas terá essa organização com datas espaçadas, ou seja, não faremos a forma de pagar janeiro e fevereiro em um dia ou maio e junta em outro dia. Porque pagar 20 milhões de pessoas que tenham um conhecimento muito baixo da questão de tecnologia acabava gerando demanda muito grande”, concluiu Pedro Guimarães.
O que chamou mais atenção foram as grandes filas formadas nas agências da Caixa em todo o Brasil, criando uma aglomeração e fugindo das recomendações do Ministério da Saúde, que aconselha o povo a evitar multidões para não contrair o vírus da Covid-19.
De acordo com a CEF, foram feitas parcerias com as prefeituras de aproximadamente 500 cidades, que estão contribuindo para sinalização e organização das filas e instalação de impressoras para facilitar a triagem fora do banco.
O presidente da Caixa, promete que o pagamento da segunda parcela do auxílio de R$ 600, será mais tranquilo.
Guimarães também disse, que não será necessário madrugar nas filas. Quem chegar no horário das 8 horas até às 14 horas, serão atendidos, e que mesmo com as unidades fechando mais cedo, às 14 horas, o atendimento continua até o último cliente do dia.
Se você ainda não solicitou o Auxílio Emergencial de R$ 600, saiba que será necessário cumprir algumas regras para ter o benefício. Veja a seguir:
O auxílio vai ser cortado caso aconteça o descumprimento dos requisitos acima. O texto também deixa claro que o trabalhador deve exercer atividade na condição de:
Duas pessoas da mesma família poderão receber de forma acumulada o auxílio de R$ 600 e o benefício Bolsa Família, sendo que o Bolsa Família poderá ser suspenso temporariamente para receber o Auxílio Emergencial, desde que o valor seja mais vantajoso para o beneficiário.
As mulheres, trabalhadoras que comprovarem que tem filhos menores e são chefes de família, receberão o valor de R$ 1.200.
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