Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ontem, 8 de julho, seis centrais sindicais se reuniram para um debate sobre o benefício emergencial pago aos trabalhadores informais, o Auxílio Emergencial de R$ 600. Esta reunião aconteceu devido aos dirigentes estarem preocupados com os direitos sociais aos quais os trabalhadores precisam ter direito durante a pandemia do novo coronavírus, que vem afetando drasticamente a pandemia.
Entre os debates uma das principais pautas é a garantia do auxílio emergencial até o final do ano. Em reunião em frente ao ministério da Economia haviam 60 dirigentes no local além de sindicalistas virtualmente através de aplicativo.
As propostas dos sindicalistas é de tentar preservar os trabalhadores atingidos pela crise. As medidas pretendem preservar empregos e ajudar na retomada da economia no país.
O documento com as pautas levantadas foi entregue para o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco Leal e ao também secretário Bruno Silva Dalcolmo do ministério da Economia.
De acordo com o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio nobre, se as medidas citadas no documento enviado ao governo não forem acatadas, o Brasil pode se encontrar em uma crise ainda pior.
Além da CUT, participaram do ato os militantes das centrais sindicais NCST, CSB, CTB, Força e UGT.
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